quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Uma possível data do lançamento do GTA V?

O lançamento do GTA V foi marcado para este ano, ou início de 2013 como muitos fãs/leitores do GTA V afirmam.
Em todo caso, o GTA 5 estará nas lojas ainda em 2012 e essa ideia foi reforçada quando apareceu nas loja virtual do Wallmart a pré-venda com data e preço definido, e a sua data e para 1 de junho.
Isso pode deixar muitos mais ansiosos, afinal em breve já estamos em 1 junho.

Na imagem e possível ver a capa do GTA (não comprovada se e esta mesmo) e outro detalhe, no site do Wallmart diz que rodará no Xbox e PS3 (alguns já deveriam saber).


O preço não pode agradar muito para alguns jogadores, mas para fãs assíduos, não há nada que impeça. Não é mesmo?
No site está 59 dólares, revertendo para a moeda brasileira, gira em torno dos 100 reais.

The International 2, campeonato de DotA 2.



Em uma entrevista realizada pelo site joinDOTA, o diretor de Marketing da Valve, Erik Johnson, disse ao site vários planos da companhia para o futuro próximo.
Entre os destaques, ele citou que o campeoanto The International terá sua segunda edição neste ano (no ano passado foi realizado com um prêmio de 1.6 milhões de dolares e 16 times participantes).
Erik Johnson já ia logo completando, que o prêmio estimasse novamente no mesmo valor, 1.6 milhões de dolares.
Desta vez o campeonato será realizado em Seattle, sede da Valve.

Fiquem atentos ao GamersBook!


Lembrete pessoal!
Recentemente a VALVE deu para o site GamersBook algumas keys de DotA 2, e agora novamente, ela deu 20 keys de Counter Strike:GO, o Global Offensive.

Para aqueles que desejam participar, siga algumas instruções abaixo:
  1. Entre no site do GamersBook.
  2. Registre e edite seu Perfil, o básico: nome, idade, avatar, país, sexo e etc... Isso pode ser realizado através do botão "Optinons".
  3. Adicione o CS:GO na sua lista de jogos, e torne-se fã da produtora Valve da empresa Hidden Path, tudo isso também no GamersBook.
  4. Após realizado todos esses passos, acesse este post e diga comentando qual e sua melhor arma e seu mapa favorito.
Veja o caléndario de sorteios das keys:
Mês de Fevereiro
Dias:
27
28
29

Mês de Março
Dias:
1
2
5
6
7
8
9
12
13
14
15
16
19
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23

Após isso, desejo a vocês boa sorte!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Análise: Shank


Bom, estamos hoje com a Análise do jogo Shank.
A produtora do jogo e a Klei Entertainment, o jogo une vinganção, lealdade, traição e amor em um único lugar.
Se você adora jogos violentos, este é o game de sua vida. O Shank e violento só que no estilo cartoon, algo que deixa super divertido. Boa parte desta diversão vem da parte em que permiti que você mate um monte de pessoas com ações diferenciadas (maneiras diferentes). O Shank além de tudo isso, é ideal para passar sem tempo aliás e um jogo estilo arcade para PSN e XBLA que merece sua atenção.


A história do Shank (personagem) e que ele foi injustiçado, um cara monologo, de poucas palavras e que quando alguém falar com você, está morta.
Um homem que não controla seu interior, a sua raiva, e que quando ele chega vira um demônio, derrubando com sua motosorrera membros de gangues e usando armas. No jogo, Shank vai assassinar diversas pessoas de diferentes formas, cores, sexo e habilidade. O jogo lhe transforma em um verdadeiro assassino.


Os combates no Shank são rápidos e ferozes, você tem o ataque leve que permitirá usar golpes rápidos, já o ataque pesado e a onde o Shank carrega motoserra enorme e sai matando todos.
Shank tem a habilidade Pounce que permitirá que ele saia voando pelo ar e atacando os inimigos, uma boa inovação.


Em Shank pode fazer combos incríveis de perder o fôlego, conforme você irá avançando você vai pegando uma variedade de armas brancas e noas, a partir de uma katana.
Cada arma tem sua própria animação e feito, fazendo que não deixe o jogo enjoado. Entre um ataque e o outro, as animações são super suaves.
As variedades de mortes são: esfaquear até a morto, atirar em sua cara, encher de granada, explodir junto com elas entre outras.


O jogo possui um modo cooperativo, onde o combate e a jogabilidade consiste em modo campanha single. O modo cooperativo apresenta um conunto completamente novo de níveis de chefes, dos quais que são projetos para dois jogadores.
Os chefes são de uma certa forma, complicados eles exigem que você tenha uma boa memória sem contar que as batalhas chegam a ser "impossíveis".
Apesar de tudo isso, Shank é um jogo de poucos defeitos que vai te satisfazer do início ao fim, os gráficos de Shank são lindos, como as animações.
Seu gráfico como disse e estilo cartoon com motor 2D, o que da mais brilho a ações eletrizantes presente no jogo. A trilha sonora e ótima, algumas não servem a ocasião, mas o trabalho e ótimo onde te deixa mais por dentro do jogo.



Análise: FIFA 12




FIFA 2012 chegou depois de tantos vídeos e promessas, essa será a nova chance de poder descobrir se a equipe de David Rutter conseguiu inovar mais ainda.
O jogo não trás só novidades em seu motor gráfico, mas sim na engine, deixando o jogo mais real.
O que sempre agradou bastante o pessoal que joga a série foi o fato dela conseguir um volume muito mais grande de licenciaturas com os clubes, permitindo ter mais clubes (coisa óbvia, hehe).


Tudo no jogo melhorou, dribles precisos, realistas e novo esquema de comando defensivo, sistema de impacto totalmente reformulado ainda por cima. A nova jogabilidade do jogo permite que realizamos de forma simples, objetiva e pouco artificial. O choque corporal e com a bola tem vários modos de acontecer agora, não ficando sempre no mesmo modo, sem contar que não é sempre que você irá acertar o choque, ás vezes pequenas decisões faz com que você falhe deixando o seu adversário com vantagem no campo.


O sistema de defesa do FIFA 2012 e que apenas um botão faz que seu jogar persiga o adversário e dê o bote no momento esperado, e necessário ativar manualmente cada ação para que tudo certo, isso significa que é necessário ter noção de tempo e poscionamento muito bons, um bote errado, um gol adversário.


No começo pode desagradar um pouco, mas após uma boa prática tudo se torna mais fácil.




O novo sistema de drible ficou mais fácil para dominar a bola, proporcionando uma movimentação mais rápida, cuidada e pausada. O bom é que para quem prefere o modo por poderá ser aplicado de forma semi-automática.
O jogo ficou muito mais difícil também, dessa vez o computador (adversário, máquina) ficou mais difícil. A sua forma de atacar e impiedosa, especialmente dificuldade nos níveis mais elevados, os espaços estão fechados e movimentação mais depressa fechando todos os vácuos que houver, com uma marcação mais forte. Os goleiros ficaram mais espertos e até melhores, assim pegando todas as bolas. 


Mas como nem tudo são flores, ainda mais no mundo dos games, por todas as mudanças que o jogo sofreu, ainda mais na jogabilidade, Fifa 12 é mais difícil do que os outros, para se aprender realmente a jogar. Se você acompanha a série, sabe que há cerca de quatro anos ela revitalizou completamente seu motor gráfico, e dessa vez como já citamos, renovou ainda mais. Isso deixou o jogo mais real, mas em troca aumentou bastante o tempo de aprendizado, ou seja, “FIFA 12″ é um game que exige dedicação para ser dominado e dificilmente agradará quem não é lá muito aficionado, ou apaixonado por futebol,  e busca só umas partidinhas para descontrair. Se você então não está acostumado com o jogo, pois nunca jogou de fato um da série, fique sabendo que você terá de passar algumas, muitas, partidas jogando para pegar o jeito do game.




" Uma coisa que os fãs vinham pedindo há muito tempo é uma maior participação da torcida no jogo, e foi o que a EA fez. Em modos que antecedem os jogos do modo carreira é possível perceber o apoio ou até o descontentamento dos fãs com determinado jogador. Jogadores que não cumpri sua função bem, e que estão realmente ruins, são vaiados e marcados e fato negativamente pelos torcedores, que chegam até a pedir sua saída. Além disso, se olharmos para a plateia, vemos um grande número de torcedores, que apoiam de fato o time, agora o diferencial, é que esses torcedores reagem de acordo com o andamento da partida, por exemplo, quando ela esfria eles sentam, mas é só acontecer um gol ou lance de perigo que esses mesmo se extravasam.


Outro ponto acrescentado foi à forma como negociamos os jogadores. Aqui, não basta apenas pagar pelo passe do atleta, deve-se primeiro convencer o time a liberá-lo para posteriormente acertar o salário com o jogador, fazendo com que qualquer transação seja feita em no mínimo, duas etapas, e dificultando tudo, mas deixando o game muito mais real. Outro ponto interessante é a sua base de jovens. Aqui temos as informações e impressões sobre os jovens jogadores e quão maiores for à observação, melhores resultados serão encontrados. A EA pensou também em melhorar a interação com a imprensa, deixando tudo mais realista. Depois de todas as melhorias, o modo carreira do jogo, se tornou algo como um Fifa Manager, misturado a belíssima fórmula de Fifa, que tanto conhecemos. " - PARTE RETIRADA DA ROCKGAMES

Análise: Battlefield 3

O enredo de Battlefield 3 é quase descartável, você vai sentir a sensação de já ter visto isso várias e várias vezes. Um grupo de soldados americanos é enviado para enfrentar uma organização chamada de People’s Liberation and Resistance (PLR). Começando no Iraque e indo a localizações globais como Paris e Nova Iorque, você precisa combater os terroristas e uma ameaça de dominação mundial.


Familiar, não é? O desenrolar a estória não consegue te prender e os personagens não são explorados a ponto de criar um vínculo de ódio com o antagonista ou se identificar com as escolhas do protagonista, ou vice-

Aqui é a parte que Battlefield 3 brilha. A campanha, que leva no máximo 5 horas, serve mais para te introduzir à total experiência do game. Além do FPS comum, temos também o controle de tanques e caças, o que é outro nível de jogabilidade. A EA tentou aproximar seu game o mais perto da realidade possível, tanto no aspecto técnico quanto visual: você pode morrer com poucas rajadas de balas em certos pontos ou com apenas um tiro na cabeça, semelhante à Operation Flashpoint.

O que realmente chama a atenção aqui é o multiplayer, afinal de contas, o jogo se chama campo de batalha por uma razão. A jogatina online pode chegar à 64 jogadores e é o mais próximo de simular uma verdadeira guerra. Existem três modos: o clássico Deathmatch, rush e conquest. Rush é um tipo de Counter Strike onde um time precisa detonar um local e o outro precisa pará-lo, conquest se baseia em um time contra outro. Existem classes diferentes para escolher como médico, reparador, ofensivo e sniper, é claro que é preciso tática em um game como esse, não se joga em um time apenas ofensivo ou apenas de snipers. A inteligência artificial pode desapontar as vezes no modo campanha, já que seus companheiros entram de peito aberto no tiroteio (e as vezes sua missão é segui-los) ou ficam atirando no nada, já no modo multiplayer você acaba encarando a estupidez ou agilidade humana, o que pode ser uma benção ou tragédia, dependendo de qual lado você estiver.

O jogo começa a ser rodado da página da Origin, sistema de distribuição online da EA, ou seja, se o site estiver com problemas ou se você estiver sem internet, paciência. Pode até parecer estranho à primeira vista, mas é ótimo para procurar servidores e fazer novos amigos. Battlefield 3 é bom em variedade também, você nunca fica naquela mesmice de ir do ponto A ao ponto B atirando em todo mundo.

Salvando o melhor pra último: o visual de Battlefield 3 para PC é o melhor de todos os tempos. Efeitos visuais como sujeira e luz, a água (que chega até dar sede), o modelo dos personagens, armas e veículos, etc. O cenário é completamente destrutível, uma hora você está protegido, outra hora esta completamente exposto, mire com um tanque em um prédio e atire, presencie parte da construção desmoronar. Definitivamente, é um game para se encher os olhos e, ao contrário do passado, onde era necessário um PC do futuro para rodar jogos visualmente extremos, Battlefield 3 é bem leve e não necessita de uma máquina hardcore para te impressionar. Os efeitos sonoros são extremamente convincentes, mas a trilha sonora é quase ausente, existindo quase que unicamente em momentos de tensão.

Esse avanço técnico e visual chamado Battlefield 3 ficou balanceado. A falta de um modo história bem construído dói o coração, mas em compensação o multiplayer vai te dar inúmeras horas de diversão. Recomendo este game apenas para pessoas que gostam de jogar online, se você é um tipo que só joga no single player e não liga muito pra multiplayer, nem online e nem com seus amigos em casa, deixe o game quieto no lugar dele. Batlefield 3 está disponível para PC, Playstation 3 e Xbox 360

Análise: StarCraft II: Wings of Liberty

Depois de uma década de espera (um pouquinho mais, na verdade são 12 anos) chega em nossas mãos um dos jogos mais aguardados de todos os tempos. Terrranos, Protoss e Zergs  finalmente se reencontram em um novo jogo que promete seguir a mesma formula de sucesso do antecessor, mas com um toque mais moderno.


Se qualquer outra empresa no mundo nos fizesse esperar por tanto tempo, creio que ninguém ficaria assim tão ansioso. A Blizzard soube administrar a situação de espera, prometendo para tantos fãs do mundo inteiro um jogo espetacular e que valeria a pena esperar por tanto tempo. Mas afinal, será que valeu a pena mesmo? Descubra isso em nossa análise de “StarCraft II: Wings Of Liberty“.

A história de “StarCraft II: Wings Of Liberty“ tem como foco principal Jim Raynor, antigo aliado dos ‘Filhos de Korhal’ – um grupo rebelde que lutava contra a confederação. O grupo consegue destruir a Confederação usando-se de uma arma terrível, os Zergs. O líder dos ‘Filhos de Korhal’, Arcturus Mengsk, atraiu o enxame alien para o planeta natal Confederado, matando bilhões de civis. No processo, acaba traindo Raynor e deixando seu amor Kerrigan, ex-fantasma confederada, aos Zergs. Só por ai já dá para se imaginar de que a coisa aqui vai ficar feia. Mas acreditem, vai piorar e muito. Kerrigan não morre, mas é transformada em um híbrido Humano-Zerg e torna-se ‘Rainha das Lâminas’, segunda em comando do enxame. Quando a Supermente, que era seu líder, morre num ataque Protoss, ela toma o poder da raça. “StarCraft II: Wings Of Liberty“ começa com você encontrando Raynor, que agora lidera os ‘Saqueadores de Raynor’, grupo “terrorista” anti-Supremacia (governo instaurado pelos ‘Filhos de Korhal’).


A história de “StarCraft II: Wings Of Liberty“ é sem dúvida super rica, e de certa forma, complexa. Antes de colarmos as mãos em “StarCraft II: Wings Of Liberty” não tínhamos ideia do que esperar do singleplayer do game, ou melhor, tínhamos mas era pouca informação, não era como o multiplayer que a gente já tinha jogado ele durante o Close Beta. Logo que coloquei minhas mãos na versão final do jogo e comecei a minha campanha single, pude conhecer a imensidão de sua história. O mundo de StarCraft ganha vida com uma atenção rara de detalhe.


“StarCraft II” tem um enredo com um potencial invejável, o problema é que o mesmo não foi bem desenvolvido quanto era pra ter sido. Não por falta de capacidade da Blizzard, longe disso, mas tive a sensação de que faltou ousadia para a empresa nesta área. Os diálogos são bons, mas acho que faltou algo mais. As conversas são, de certo modo, genéricas, o que me deixou triste com o jogo. Mas não se preocupem, não é nada que vai te atrapalhar ou tirar o brilho do game. Outro ‘erro’ que encontrei foi com o personagem Tychus, um personagem introduzido no jogo mas que foi mal aproveitado. Tá, tudo bem que enredo normalmente não é o forte dos RTS, mas estamos falando de uma obra-prima que levou doze anos para ficar pronta, nada mais justo do que sermos exigentes.

Desde o primeiro momento em que você entra no jogo já dá para se perceber que o foco da Blizzardnão foi o modo singleplayer e sim o multiplayer. Mas de um modo geral a campanha não decepciona, pelo contrário agrada e muito, tanto que você quer joga-la sempre. É uma campanha sólida e incrívelmente profunda, e que te oferece a todo instante certos pontos de escolhas sem volta que, se por um lado não influenciam no núcleo principal, por outro te dá a impressão de que você fez a coisa certa, deixando o jogador satisfeito e super contente.


A campanha é tão incrível que cada missão adiciona algo novo,  o que em momento algum do jogo te dá a sensação de déjà vu. Isso te prende ao jogo de uma forma surpreendente, te dando sempre um animo para acabar a fase e ver o que virá depois. Sim, “StarCraft II” é estimulante. O jogo também tem missões de desafio, que dão um pouco mais de longevidade à campanha e permitem testar suas habilidades em uma série de cenários divididos por dificuldade.


É impressionante todo o capricho que a Blizzard teve com o jogo, não é atoa que o mesmo demorou tanto para ficar pronto. Tudo presente em “StarCraft II” foi pensado nos mínimos detalhes.  Desde os menus até a face das unidades, toda a interface do jogo parece ter sido polida o máximo possível e com um cuidado impressionante.  Toda a campanha singleplayer é incrível, e o que mais chama atenção nela é a familiaridade.


O que ficou claro para mim ao final da campanha, foi que a Blizzard simplesmente usou a mesma formula do primeiro jogo para criar está continuação, e junto com está formula mágica veio algumas novidades, uma melhoria gráfica incrível – que por sinal deixa o jogo com um ar cinematógráfico sensacional – e outros pontos que citarei abaixo. Mas também, temos que admitir, pra quer mudar algo que não precisa ser mudado. A Blizzard não mudou Starcraft, pois ele não precisa ser mudado, apenas renovado e foi o que ela fez, mas não de forma simples e sim de uma forma complexa, super bem feita e inteligente, pois afinal, a companhia deu aos fãs o que eles queriam. Wings of Liberty é StarCraft puro-sangue.

A Blizzard sempre impressiona todo mundo com cinematics lindas (basta ver uma de Word of WarCraft), e não podia ser diferente em “StarCraft II”. O jogo é um dos RTS mais lindos já feitos, se não o mais. O game trás um visual no estilo “cartunesco” e cores saturadas que deixam-o visualmente agradável em qualquer configuração. Todas as cinemáticas do jogo são dignas de cinemas, efeitos incríveis e super realistas. O mais interessante nos gráficos de “StarCraft II” é que o jogo em si, tem gráficos medianos, e isso pode até parecer um ponto negativo, mas não é. Jogos no estilo RTS tendem a ter gráficos tradicionais (aqueles que não são realistas de mais) para ajudar ao próprio jogador. Seria muito estranho se jogar um game tão tradicionalista como “StarCraft II”, em gráficos super realistas. Além disso, se fosse colocar gráficos ótimos nele poucas pessoas jogariam, afinal, ele iria exigir umPC super potente.


Além de cinemáticas impressionantes, gráficos muito bons e jogabilidade incrível (mantendo a familiaridade), “StarCraft II” ainda apresenta um repertório musical invejável. Desde o menu, até o fim do jogo fica claro de que você está jogando um StarCraft, pois as músicas do jogo entram todas no clima do mesmo. A atmosfera que elas passam é única, e a jukebox tem músicas muito boas. Além disso, os efeitos sonoros presentes no jogo são excelentes, balanceados e bem característicos de cada raça, deixando você reconhecer as facções que estão em combate apenas por eles.


O multiplayer de “StarCraft II” é simplesmente fantástico. O mais incrível é que o jogo é um RTS multiplayer que, mesmo assustador em um primeiro contato, foi feito também para noobs, mas claro, deve-se sempre praticar. Uma vez ratificada a criação de certas estratégias, o gamer está pronto para uma experiência mais intensa com outros combatentes. As dispultas do multiplayer são emocionantes, o maior problema é se você não tiver uma conexão de banda larga boa, pois a quantidade de dados enviados e recebidos é enorme. Nos testes que o Rock Games fez só foi possível se jogar uma partida entre oito jogadores usando uma conexão de 1Mbps. No geral o modo multiplayer é satisfatório. Há histórico de partidas, rankings variados, formação de equipes de jogadores, listas de amigos (já com o sistema de Real ID da Blizzard), sistema de chat, etc.

“StarCraft II” é de qualquer forma um jogo mais do que especial para nós brasileiros, e tudo graças a tamanha localização que houve para o nosso país. A Blizzard nos proporcionou algo incrível e único. Claro a problemas, e existem sim alguns erros, mas devemos sempre salientar o grande trabalho que a equipe teve, e se formos considerar todo ele e todo o apoio da empresa com o nosso país, nem iremos reparar estes erros. Mas analisando de um modo critico não podemos deixar eles passarem.


O maior problema que encontrei na localização do jogo para o português foi com os diálogos, eles parecem terem saído de filmes como Chuck Norris. Não é que faltou competência, faltou mesmo foi um cuidado maior da equipe no processo de localização. Os dubladores da versão nacional não renderam o esperado, e deixaram qualquer diálogo cômico, principalmente quando Matt Horner ou Tychus Findlay estão presentes na cena. O único que se salva mesmo é Jim Raynor, que tem um ator que combina perfeitamente como ele.


Mas a questão é: “A dublagem é ruim?” Não, ela não é. No começo você vai estranhar, mas depois de um tempo vai se acostumando e até que fica legal. Mas como disse, erros foram cometidos, e isso para alguns vai ser um grande problema.


O que me surpreendeu e que me deixou super feliz foi ver que foram traduzidas até mesmo gírias americanas para equivalentes brasileiras – como em certos combates onde ouvimos falas como: “Tá a fim de treta, moleque?”. Para melhorar ainda mais, ou não, até os nomes das unidades foram traduzidas. Isso pode ser um beneficio até um certo ponto, pois quem jogou o primeiro jogo, pode se confundir as vezes, mas nada que atrapalhe a jogabilidade do game. Além disso, as CGs também foram traduzidas. E não estou falando somente de dublagem – até mesmo as partes escritas nas CGs estão traduzidas.


No fim, o que percebemos é que a tradução do jogo ficou mesmo muito boa, e devemos sim ficar alegres com isso. E como disse a Blizzard, não foi uma tradução depois de o jogo pronto; eles fizeram “StarCraft II” pensando no português como uma de suas línguas. É como se a Blizzard fosse uma companhia brasileira de games, oferecendo até mesmo suporte em português.


Ao chegar no fim da campanha singleplayer e depois de jogar muito do multiplayer de “StarCraft II” posso concluir de que o jogo foi feito para todo jogador do tipo estrategista. Desde o inicio até o fim, a estratégia é o que move o game. O jogo é merecidamente o melhor RTS do ano, e um dos melhores que já joguei (e olha que foram muitos). Este é o tipo de jogo inesquecível, e que tem uma longevidade gigante. O jogo tem suas falhas como na história e gráficos, mas nada que atrapalhe e manche a imagem deste lindo jogo. Em resumo acho que o que faltou para “StarCraft II”ser perfeito foi um pouco mais de ousadia. Ainda assim, o jogo é super recomendado a todos os jogadores, e em especial aos fãs do gênero.

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