quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Uma possível data do lançamento do GTA V?

O lançamento do GTA V foi marcado para este ano, ou início de 2013 como muitos fãs/leitores do GTA V afirmam.
Em todo caso, o GTA 5 estará nas lojas ainda em 2012 e essa ideia foi reforçada quando apareceu nas loja virtual do Wallmart a pré-venda com data e preço definido, e a sua data e para 1 de junho.
Isso pode deixar muitos mais ansiosos, afinal em breve já estamos em 1 junho.

Na imagem e possível ver a capa do GTA (não comprovada se e esta mesmo) e outro detalhe, no site do Wallmart diz que rodará no Xbox e PS3 (alguns já deveriam saber).


O preço não pode agradar muito para alguns jogadores, mas para fãs assíduos, não há nada que impeça. Não é mesmo?
No site está 59 dólares, revertendo para a moeda brasileira, gira em torno dos 100 reais.

The International 2, campeonato de DotA 2.



Em uma entrevista realizada pelo site joinDOTA, o diretor de Marketing da Valve, Erik Johnson, disse ao site vários planos da companhia para o futuro próximo.
Entre os destaques, ele citou que o campeoanto The International terá sua segunda edição neste ano (no ano passado foi realizado com um prêmio de 1.6 milhões de dolares e 16 times participantes).
Erik Johnson já ia logo completando, que o prêmio estimasse novamente no mesmo valor, 1.6 milhões de dolares.
Desta vez o campeonato será realizado em Seattle, sede da Valve.

Fiquem atentos ao GamersBook!


Lembrete pessoal!
Recentemente a VALVE deu para o site GamersBook algumas keys de DotA 2, e agora novamente, ela deu 20 keys de Counter Strike:GO, o Global Offensive.

Para aqueles que desejam participar, siga algumas instruções abaixo:
  1. Entre no site do GamersBook.
  2. Registre e edite seu Perfil, o básico: nome, idade, avatar, país, sexo e etc... Isso pode ser realizado através do botão "Optinons".
  3. Adicione o CS:GO na sua lista de jogos, e torne-se fã da produtora Valve da empresa Hidden Path, tudo isso também no GamersBook.
  4. Após realizado todos esses passos, acesse este post e diga comentando qual e sua melhor arma e seu mapa favorito.
Veja o caléndario de sorteios das keys:
Mês de Fevereiro
Dias:
27
28
29

Mês de Março
Dias:
1
2
5
6
7
8
9
12
13
14
15
16
19
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23

Após isso, desejo a vocês boa sorte!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Análise: Shank


Bom, estamos hoje com a Análise do jogo Shank.
A produtora do jogo e a Klei Entertainment, o jogo une vinganção, lealdade, traição e amor em um único lugar.
Se você adora jogos violentos, este é o game de sua vida. O Shank e violento só que no estilo cartoon, algo que deixa super divertido. Boa parte desta diversão vem da parte em que permiti que você mate um monte de pessoas com ações diferenciadas (maneiras diferentes). O Shank além de tudo isso, é ideal para passar sem tempo aliás e um jogo estilo arcade para PSN e XBLA que merece sua atenção.


A história do Shank (personagem) e que ele foi injustiçado, um cara monologo, de poucas palavras e que quando alguém falar com você, está morta.
Um homem que não controla seu interior, a sua raiva, e que quando ele chega vira um demônio, derrubando com sua motosorrera membros de gangues e usando armas. No jogo, Shank vai assassinar diversas pessoas de diferentes formas, cores, sexo e habilidade. O jogo lhe transforma em um verdadeiro assassino.


Os combates no Shank são rápidos e ferozes, você tem o ataque leve que permitirá usar golpes rápidos, já o ataque pesado e a onde o Shank carrega motoserra enorme e sai matando todos.
Shank tem a habilidade Pounce que permitirá que ele saia voando pelo ar e atacando os inimigos, uma boa inovação.


Em Shank pode fazer combos incríveis de perder o fôlego, conforme você irá avançando você vai pegando uma variedade de armas brancas e noas, a partir de uma katana.
Cada arma tem sua própria animação e feito, fazendo que não deixe o jogo enjoado. Entre um ataque e o outro, as animações são super suaves.
As variedades de mortes são: esfaquear até a morto, atirar em sua cara, encher de granada, explodir junto com elas entre outras.


O jogo possui um modo cooperativo, onde o combate e a jogabilidade consiste em modo campanha single. O modo cooperativo apresenta um conunto completamente novo de níveis de chefes, dos quais que são projetos para dois jogadores.
Os chefes são de uma certa forma, complicados eles exigem que você tenha uma boa memória sem contar que as batalhas chegam a ser "impossíveis".
Apesar de tudo isso, Shank é um jogo de poucos defeitos que vai te satisfazer do início ao fim, os gráficos de Shank são lindos, como as animações.
Seu gráfico como disse e estilo cartoon com motor 2D, o que da mais brilho a ações eletrizantes presente no jogo. A trilha sonora e ótima, algumas não servem a ocasião, mas o trabalho e ótimo onde te deixa mais por dentro do jogo.



Análise: FIFA 12




FIFA 2012 chegou depois de tantos vídeos e promessas, essa será a nova chance de poder descobrir se a equipe de David Rutter conseguiu inovar mais ainda.
O jogo não trás só novidades em seu motor gráfico, mas sim na engine, deixando o jogo mais real.
O que sempre agradou bastante o pessoal que joga a série foi o fato dela conseguir um volume muito mais grande de licenciaturas com os clubes, permitindo ter mais clubes (coisa óbvia, hehe).


Tudo no jogo melhorou, dribles precisos, realistas e novo esquema de comando defensivo, sistema de impacto totalmente reformulado ainda por cima. A nova jogabilidade do jogo permite que realizamos de forma simples, objetiva e pouco artificial. O choque corporal e com a bola tem vários modos de acontecer agora, não ficando sempre no mesmo modo, sem contar que não é sempre que você irá acertar o choque, ás vezes pequenas decisões faz com que você falhe deixando o seu adversário com vantagem no campo.


O sistema de defesa do FIFA 2012 e que apenas um botão faz que seu jogar persiga o adversário e dê o bote no momento esperado, e necessário ativar manualmente cada ação para que tudo certo, isso significa que é necessário ter noção de tempo e poscionamento muito bons, um bote errado, um gol adversário.


No começo pode desagradar um pouco, mas após uma boa prática tudo se torna mais fácil.




O novo sistema de drible ficou mais fácil para dominar a bola, proporcionando uma movimentação mais rápida, cuidada e pausada. O bom é que para quem prefere o modo por poderá ser aplicado de forma semi-automática.
O jogo ficou muito mais difícil também, dessa vez o computador (adversário, máquina) ficou mais difícil. A sua forma de atacar e impiedosa, especialmente dificuldade nos níveis mais elevados, os espaços estão fechados e movimentação mais depressa fechando todos os vácuos que houver, com uma marcação mais forte. Os goleiros ficaram mais espertos e até melhores, assim pegando todas as bolas. 


Mas como nem tudo são flores, ainda mais no mundo dos games, por todas as mudanças que o jogo sofreu, ainda mais na jogabilidade, Fifa 12 é mais difícil do que os outros, para se aprender realmente a jogar. Se você acompanha a série, sabe que há cerca de quatro anos ela revitalizou completamente seu motor gráfico, e dessa vez como já citamos, renovou ainda mais. Isso deixou o jogo mais real, mas em troca aumentou bastante o tempo de aprendizado, ou seja, “FIFA 12″ é um game que exige dedicação para ser dominado e dificilmente agradará quem não é lá muito aficionado, ou apaixonado por futebol,  e busca só umas partidinhas para descontrair. Se você então não está acostumado com o jogo, pois nunca jogou de fato um da série, fique sabendo que você terá de passar algumas, muitas, partidas jogando para pegar o jeito do game.




" Uma coisa que os fãs vinham pedindo há muito tempo é uma maior participação da torcida no jogo, e foi o que a EA fez. Em modos que antecedem os jogos do modo carreira é possível perceber o apoio ou até o descontentamento dos fãs com determinado jogador. Jogadores que não cumpri sua função bem, e que estão realmente ruins, são vaiados e marcados e fato negativamente pelos torcedores, que chegam até a pedir sua saída. Além disso, se olharmos para a plateia, vemos um grande número de torcedores, que apoiam de fato o time, agora o diferencial, é que esses torcedores reagem de acordo com o andamento da partida, por exemplo, quando ela esfria eles sentam, mas é só acontecer um gol ou lance de perigo que esses mesmo se extravasam.


Outro ponto acrescentado foi à forma como negociamos os jogadores. Aqui, não basta apenas pagar pelo passe do atleta, deve-se primeiro convencer o time a liberá-lo para posteriormente acertar o salário com o jogador, fazendo com que qualquer transação seja feita em no mínimo, duas etapas, e dificultando tudo, mas deixando o game muito mais real. Outro ponto interessante é a sua base de jovens. Aqui temos as informações e impressões sobre os jovens jogadores e quão maiores for à observação, melhores resultados serão encontrados. A EA pensou também em melhorar a interação com a imprensa, deixando tudo mais realista. Depois de todas as melhorias, o modo carreira do jogo, se tornou algo como um Fifa Manager, misturado a belíssima fórmula de Fifa, que tanto conhecemos. " - PARTE RETIRADA DA ROCKGAMES

Análise: Battlefield 3

O enredo de Battlefield 3 é quase descartável, você vai sentir a sensação de já ter visto isso várias e várias vezes. Um grupo de soldados americanos é enviado para enfrentar uma organização chamada de People’s Liberation and Resistance (PLR). Começando no Iraque e indo a localizações globais como Paris e Nova Iorque, você precisa combater os terroristas e uma ameaça de dominação mundial.


Familiar, não é? O desenrolar a estória não consegue te prender e os personagens não são explorados a ponto de criar um vínculo de ódio com o antagonista ou se identificar com as escolhas do protagonista, ou vice-

Aqui é a parte que Battlefield 3 brilha. A campanha, que leva no máximo 5 horas, serve mais para te introduzir à total experiência do game. Além do FPS comum, temos também o controle de tanques e caças, o que é outro nível de jogabilidade. A EA tentou aproximar seu game o mais perto da realidade possível, tanto no aspecto técnico quanto visual: você pode morrer com poucas rajadas de balas em certos pontos ou com apenas um tiro na cabeça, semelhante à Operation Flashpoint.

O que realmente chama a atenção aqui é o multiplayer, afinal de contas, o jogo se chama campo de batalha por uma razão. A jogatina online pode chegar à 64 jogadores e é o mais próximo de simular uma verdadeira guerra. Existem três modos: o clássico Deathmatch, rush e conquest. Rush é um tipo de Counter Strike onde um time precisa detonar um local e o outro precisa pará-lo, conquest se baseia em um time contra outro. Existem classes diferentes para escolher como médico, reparador, ofensivo e sniper, é claro que é preciso tática em um game como esse, não se joga em um time apenas ofensivo ou apenas de snipers. A inteligência artificial pode desapontar as vezes no modo campanha, já que seus companheiros entram de peito aberto no tiroteio (e as vezes sua missão é segui-los) ou ficam atirando no nada, já no modo multiplayer você acaba encarando a estupidez ou agilidade humana, o que pode ser uma benção ou tragédia, dependendo de qual lado você estiver.

O jogo começa a ser rodado da página da Origin, sistema de distribuição online da EA, ou seja, se o site estiver com problemas ou se você estiver sem internet, paciência. Pode até parecer estranho à primeira vista, mas é ótimo para procurar servidores e fazer novos amigos. Battlefield 3 é bom em variedade também, você nunca fica naquela mesmice de ir do ponto A ao ponto B atirando em todo mundo.

Salvando o melhor pra último: o visual de Battlefield 3 para PC é o melhor de todos os tempos. Efeitos visuais como sujeira e luz, a água (que chega até dar sede), o modelo dos personagens, armas e veículos, etc. O cenário é completamente destrutível, uma hora você está protegido, outra hora esta completamente exposto, mire com um tanque em um prédio e atire, presencie parte da construção desmoronar. Definitivamente, é um game para se encher os olhos e, ao contrário do passado, onde era necessário um PC do futuro para rodar jogos visualmente extremos, Battlefield 3 é bem leve e não necessita de uma máquina hardcore para te impressionar. Os efeitos sonoros são extremamente convincentes, mas a trilha sonora é quase ausente, existindo quase que unicamente em momentos de tensão.

Esse avanço técnico e visual chamado Battlefield 3 ficou balanceado. A falta de um modo história bem construído dói o coração, mas em compensação o multiplayer vai te dar inúmeras horas de diversão. Recomendo este game apenas para pessoas que gostam de jogar online, se você é um tipo que só joga no single player e não liga muito pra multiplayer, nem online e nem com seus amigos em casa, deixe o game quieto no lugar dele. Batlefield 3 está disponível para PC, Playstation 3 e Xbox 360

Análise: StarCraft II: Wings of Liberty

Depois de uma década de espera (um pouquinho mais, na verdade são 12 anos) chega em nossas mãos um dos jogos mais aguardados de todos os tempos. Terrranos, Protoss e Zergs  finalmente se reencontram em um novo jogo que promete seguir a mesma formula de sucesso do antecessor, mas com um toque mais moderno.


Se qualquer outra empresa no mundo nos fizesse esperar por tanto tempo, creio que ninguém ficaria assim tão ansioso. A Blizzard soube administrar a situação de espera, prometendo para tantos fãs do mundo inteiro um jogo espetacular e que valeria a pena esperar por tanto tempo. Mas afinal, será que valeu a pena mesmo? Descubra isso em nossa análise de “StarCraft II: Wings Of Liberty“.

A história de “StarCraft II: Wings Of Liberty“ tem como foco principal Jim Raynor, antigo aliado dos ‘Filhos de Korhal’ – um grupo rebelde que lutava contra a confederação. O grupo consegue destruir a Confederação usando-se de uma arma terrível, os Zergs. O líder dos ‘Filhos de Korhal’, Arcturus Mengsk, atraiu o enxame alien para o planeta natal Confederado, matando bilhões de civis. No processo, acaba traindo Raynor e deixando seu amor Kerrigan, ex-fantasma confederada, aos Zergs. Só por ai já dá para se imaginar de que a coisa aqui vai ficar feia. Mas acreditem, vai piorar e muito. Kerrigan não morre, mas é transformada em um híbrido Humano-Zerg e torna-se ‘Rainha das Lâminas’, segunda em comando do enxame. Quando a Supermente, que era seu líder, morre num ataque Protoss, ela toma o poder da raça. “StarCraft II: Wings Of Liberty“ começa com você encontrando Raynor, que agora lidera os ‘Saqueadores de Raynor’, grupo “terrorista” anti-Supremacia (governo instaurado pelos ‘Filhos de Korhal’).


A história de “StarCraft II: Wings Of Liberty“ é sem dúvida super rica, e de certa forma, complexa. Antes de colarmos as mãos em “StarCraft II: Wings Of Liberty” não tínhamos ideia do que esperar do singleplayer do game, ou melhor, tínhamos mas era pouca informação, não era como o multiplayer que a gente já tinha jogado ele durante o Close Beta. Logo que coloquei minhas mãos na versão final do jogo e comecei a minha campanha single, pude conhecer a imensidão de sua história. O mundo de StarCraft ganha vida com uma atenção rara de detalhe.


“StarCraft II” tem um enredo com um potencial invejável, o problema é que o mesmo não foi bem desenvolvido quanto era pra ter sido. Não por falta de capacidade da Blizzard, longe disso, mas tive a sensação de que faltou ousadia para a empresa nesta área. Os diálogos são bons, mas acho que faltou algo mais. As conversas são, de certo modo, genéricas, o que me deixou triste com o jogo. Mas não se preocupem, não é nada que vai te atrapalhar ou tirar o brilho do game. Outro ‘erro’ que encontrei foi com o personagem Tychus, um personagem introduzido no jogo mas que foi mal aproveitado. Tá, tudo bem que enredo normalmente não é o forte dos RTS, mas estamos falando de uma obra-prima que levou doze anos para ficar pronta, nada mais justo do que sermos exigentes.

Desde o primeiro momento em que você entra no jogo já dá para se perceber que o foco da Blizzardnão foi o modo singleplayer e sim o multiplayer. Mas de um modo geral a campanha não decepciona, pelo contrário agrada e muito, tanto que você quer joga-la sempre. É uma campanha sólida e incrívelmente profunda, e que te oferece a todo instante certos pontos de escolhas sem volta que, se por um lado não influenciam no núcleo principal, por outro te dá a impressão de que você fez a coisa certa, deixando o jogador satisfeito e super contente.


A campanha é tão incrível que cada missão adiciona algo novo,  o que em momento algum do jogo te dá a sensação de déjà vu. Isso te prende ao jogo de uma forma surpreendente, te dando sempre um animo para acabar a fase e ver o que virá depois. Sim, “StarCraft II” é estimulante. O jogo também tem missões de desafio, que dão um pouco mais de longevidade à campanha e permitem testar suas habilidades em uma série de cenários divididos por dificuldade.


É impressionante todo o capricho que a Blizzard teve com o jogo, não é atoa que o mesmo demorou tanto para ficar pronto. Tudo presente em “StarCraft II” foi pensado nos mínimos detalhes.  Desde os menus até a face das unidades, toda a interface do jogo parece ter sido polida o máximo possível e com um cuidado impressionante.  Toda a campanha singleplayer é incrível, e o que mais chama atenção nela é a familiaridade.


O que ficou claro para mim ao final da campanha, foi que a Blizzard simplesmente usou a mesma formula do primeiro jogo para criar está continuação, e junto com está formula mágica veio algumas novidades, uma melhoria gráfica incrível – que por sinal deixa o jogo com um ar cinematógráfico sensacional – e outros pontos que citarei abaixo. Mas também, temos que admitir, pra quer mudar algo que não precisa ser mudado. A Blizzard não mudou Starcraft, pois ele não precisa ser mudado, apenas renovado e foi o que ela fez, mas não de forma simples e sim de uma forma complexa, super bem feita e inteligente, pois afinal, a companhia deu aos fãs o que eles queriam. Wings of Liberty é StarCraft puro-sangue.

A Blizzard sempre impressiona todo mundo com cinematics lindas (basta ver uma de Word of WarCraft), e não podia ser diferente em “StarCraft II”. O jogo é um dos RTS mais lindos já feitos, se não o mais. O game trás um visual no estilo “cartunesco” e cores saturadas que deixam-o visualmente agradável em qualquer configuração. Todas as cinemáticas do jogo são dignas de cinemas, efeitos incríveis e super realistas. O mais interessante nos gráficos de “StarCraft II” é que o jogo em si, tem gráficos medianos, e isso pode até parecer um ponto negativo, mas não é. Jogos no estilo RTS tendem a ter gráficos tradicionais (aqueles que não são realistas de mais) para ajudar ao próprio jogador. Seria muito estranho se jogar um game tão tradicionalista como “StarCraft II”, em gráficos super realistas. Além disso, se fosse colocar gráficos ótimos nele poucas pessoas jogariam, afinal, ele iria exigir umPC super potente.


Além de cinemáticas impressionantes, gráficos muito bons e jogabilidade incrível (mantendo a familiaridade), “StarCraft II” ainda apresenta um repertório musical invejável. Desde o menu, até o fim do jogo fica claro de que você está jogando um StarCraft, pois as músicas do jogo entram todas no clima do mesmo. A atmosfera que elas passam é única, e a jukebox tem músicas muito boas. Além disso, os efeitos sonoros presentes no jogo são excelentes, balanceados e bem característicos de cada raça, deixando você reconhecer as facções que estão em combate apenas por eles.


O multiplayer de “StarCraft II” é simplesmente fantástico. O mais incrível é que o jogo é um RTS multiplayer que, mesmo assustador em um primeiro contato, foi feito também para noobs, mas claro, deve-se sempre praticar. Uma vez ratificada a criação de certas estratégias, o gamer está pronto para uma experiência mais intensa com outros combatentes. As dispultas do multiplayer são emocionantes, o maior problema é se você não tiver uma conexão de banda larga boa, pois a quantidade de dados enviados e recebidos é enorme. Nos testes que o Rock Games fez só foi possível se jogar uma partida entre oito jogadores usando uma conexão de 1Mbps. No geral o modo multiplayer é satisfatório. Há histórico de partidas, rankings variados, formação de equipes de jogadores, listas de amigos (já com o sistema de Real ID da Blizzard), sistema de chat, etc.

“StarCraft II” é de qualquer forma um jogo mais do que especial para nós brasileiros, e tudo graças a tamanha localização que houve para o nosso país. A Blizzard nos proporcionou algo incrível e único. Claro a problemas, e existem sim alguns erros, mas devemos sempre salientar o grande trabalho que a equipe teve, e se formos considerar todo ele e todo o apoio da empresa com o nosso país, nem iremos reparar estes erros. Mas analisando de um modo critico não podemos deixar eles passarem.


O maior problema que encontrei na localização do jogo para o português foi com os diálogos, eles parecem terem saído de filmes como Chuck Norris. Não é que faltou competência, faltou mesmo foi um cuidado maior da equipe no processo de localização. Os dubladores da versão nacional não renderam o esperado, e deixaram qualquer diálogo cômico, principalmente quando Matt Horner ou Tychus Findlay estão presentes na cena. O único que se salva mesmo é Jim Raynor, que tem um ator que combina perfeitamente como ele.


Mas a questão é: “A dublagem é ruim?” Não, ela não é. No começo você vai estranhar, mas depois de um tempo vai se acostumando e até que fica legal. Mas como disse, erros foram cometidos, e isso para alguns vai ser um grande problema.


O que me surpreendeu e que me deixou super feliz foi ver que foram traduzidas até mesmo gírias americanas para equivalentes brasileiras – como em certos combates onde ouvimos falas como: “Tá a fim de treta, moleque?”. Para melhorar ainda mais, ou não, até os nomes das unidades foram traduzidas. Isso pode ser um beneficio até um certo ponto, pois quem jogou o primeiro jogo, pode se confundir as vezes, mas nada que atrapalhe a jogabilidade do game. Além disso, as CGs também foram traduzidas. E não estou falando somente de dublagem – até mesmo as partes escritas nas CGs estão traduzidas.


No fim, o que percebemos é que a tradução do jogo ficou mesmo muito boa, e devemos sim ficar alegres com isso. E como disse a Blizzard, não foi uma tradução depois de o jogo pronto; eles fizeram “StarCraft II” pensando no português como uma de suas línguas. É como se a Blizzard fosse uma companhia brasileira de games, oferecendo até mesmo suporte em português.


Ao chegar no fim da campanha singleplayer e depois de jogar muito do multiplayer de “StarCraft II” posso concluir de que o jogo foi feito para todo jogador do tipo estrategista. Desde o inicio até o fim, a estratégia é o que move o game. O jogo é merecidamente o melhor RTS do ano, e um dos melhores que já joguei (e olha que foram muitos). Este é o tipo de jogo inesquecível, e que tem uma longevidade gigante. O jogo tem suas falhas como na história e gráficos, mas nada que atrapalhe e manche a imagem deste lindo jogo. Em resumo acho que o que faltou para “StarCraft II”ser perfeito foi um pouco mais de ousadia. Ainda assim, o jogo é super recomendado a todos os jogadores, e em especial aos fãs do gênero.

Análise: Assassin's Creed Revelations

Finalmente depois de tanto tempo eis que a saga de Ezio Audittore da Firenze finalmente chega ao fim. Para mostrar o final de toda a aventura do nosso querido personagem, a Ubisoft não mediu esforços para fazer desta aventura a mais extensa e a mais profunda de toda a série.
Eu ainda me lembro bem de quando joguei o primeiro jogo da série, foi amor a primeira vista, mesmo com os problemas apresentados este era um título que me fascinava cada vez mais – até hoje não entendo a falta de interesse de muitos sobre ele, mas enfim. Assassin’s Creed 2 chegou, e tudo ficou ainda melhor. Pouco tempo depois veio Assassins Creed Brotherhood, a continuação da história de Ezio Auditore Da Firenze, que utilizou muito do que foi feito em Assassin’s Creed 2. E agora, eis que nos chega o fim da série, Assassin’s Creed Revelations o mesmo motor de jogo regressa para um quarto episódio, com uma reciclagem das mesmas físicas, jogabilidade e ambiente.


A questão é: Será que o final da saga de Ezio é mais do mesmo, ou temos muitas inovações?


Se você acompanha a série sabe que Ezio foi o protagonista de Assassin’s Creed II e Assassin’s Creed: Brotherhood. Para quem jogou estes títulos (e, por favor, só jogue este se jogar os outros antes), é interessante que percebemos como o personagem tem evoluído durante o tempo. Começou como um jovem aventureiro e imprudente, e se tornou um assassino frio e calculista em Brotherhood. Em Revelations temos o fim da saga do nosso querido Ezio, e aqui o personagem que já passou dos cinquenta, é um veterano de barba grisalha. Um homem sábio e ponderado, cujo passado é respeitado por todos dentro da ordem de assassinos – um Ronaldo Fenômeno dentro da sua ordem.  Está caracterização de Ezio já é um ponto muito a favor para a Ubisoft, pois hoje no mundo dos games retratar o amadurecimento de um protagonista tendo em conta os títulos anteriores é muito importante, e nem sempre isso é feito, ou feito da melhor forma.


Não pretendo comentar muito sobre o enredo do jogo, afinal, a graça é você jogar e desvendar ele sozinho – o bom é que esse vem com legendas em português, facilitando bastante as coisas. O enredo de Revelations  é o mais bem elaborado da série, e isso pode ser observado logo no inicio. Na trama temos o desvendamento da história de Ezio Auditore e conta a sua demanda para tentar descobrir uma série de chaves escondidas por Altair, o seu antepassado, e assim abrir as portas do Grande Templo, que esconde algo demasiado valioso para cair nas mãos dos templários. Ezio se envolve em uma trama política na cidade de Constantinopla e mesmo com toda essa enrolação e essa loucura, ainda arruma um tempinho para viver uma grande paixão.


Além de Ezio ainda temos a história de Desmond Milles, o descendente direto desses personagens que no presente, se vê aprisionado dentro do Animus. O jogador tem a função de ajuda-lo a encontrar uma saída deste mundo. E para finalizar temos Altair e todos os seus momentos marcantes. Assassin’s Creed sempre teve uma boa história carregada de conspiração, mas desta vez, em Assassin’s Creed Revelations, a Ubisoft conseguiu fazer algo memorável e se superar ainda mais, não apoiada apenas no segredo que divide os Assassinos e os Templários, mas sim, através da exposição dos personagens que já conhecemos. Em Revelations temos muito mais diálogos do que nos jogos anteriores e este está muito mais bem escrito que no passado, o que deixa o enredo ainda melhor fazendo com que a trama seja melhor desenvolvida. A legenda em português está muito boa, nada absurdamente estranho.


E se falamos de enredo, não posso deixar de comentar sobre o local onde se passa a trama, Constantinopla. A Ubisoft conseguiu retratar uma cidade muito bonita, e que nos lembra o porquê do ambiente envolvente ser um dos protagonistas da série Assassin’s Creed. Não é só Ezio, ou Altair, ou Desmond Miles, mas também toda a atmosfera das paisagens rurais em contraste com os palácios e castelos. Você encontrará regiões onde a riqueza transborda pelos tapetes e cortinas de seda, a região de comércio mostra as influencias árabe, mas há também uma área onde os pobres são oprimidos, é um retrato real da vida cotidiana de muitos. Constantinopla é onde se desenrola a maior parte da aventura, uma cidade cosmopolita cujo controle é disputado entre Bizantinos e Otomanos sempre com a sombra dos templários por perto. O modo tão detalhado e bem feito como Constantinopla foi retratado no jogo ajuda a aumentar ainda mais a nossa imersão no jogo. E para deixar tudo ainda melhor e mais convincente a Ubisoft introduziu ainda um ciclo de dia/noite em tempo real.

Ok, já falei do enredo e de como esse é um dos jogos da série mais brilhantes já feitos nesse quesito. Já falei de como Constantinopla é retratada com muita veracidade. Mas nada adiantaria tudo isso se a jogabilidade do game não fosse tão boa quanto o resto. Em termos de jogabilidade pouco foi adicionado, e continua o mesmo esquema de escalar paredes e muros e realizar perseguições em telhados, mas não é porque o esquema continua o mesmo que a jogabilidade é a mesma. A Ubisoft melhorou muito esse quesito no jogo, deixando ela bem amis confortável, e temos ainda a adição da Hook Blade, uma nova arma que permite a Ezio deslizar por cordas, segurar-se em rebordos dos telhados e até mesmo utilizar os inimigos como “trampolim”.


Desde sempre é possível notar como a Ubisoft vem trabalhando para transformar a experiência de jogo de Assassin’s Creed mais elaborada. Sempre havia críticas e a Ubi sobre pegar elas e melhora-las unindo assim essas melhorias em Revelations. O jogo ficou muito mais variado e dinâmico, onde é possível deixar de lado as buscas secundárias e se concentrar na história sem se sentir culpado por não pegar um cristal do animus. Agora se você for do tipo que não gosta de deixar nada para depois, vai se deparar com missões mais elaboradas e que contam com as habilidades de assassino para serem resolvidas. As partes mais divertidas são as buscas de Ezio pelas chaves da biblioteca de Altair.


Em termos de combate, Revelations felizmente – já que o antigo sistema era perfeito – não mudou muito, apenas melhorou ainda mais e utiliza o mesmo estilo fácil e direto. Apesar de alguns inimigos agora utilizarem estratégias variadas que anulam os nossos contra-ataques, é certo que este sistema continua não sendo muito bom.


No meio do combate talvez a maior adição foi a possibilidade de criarmos as nossas próprias bombas, e equipa-las como armas secundárias. Podemos criar um conjunto de nove bombas, divididas entre três tipos diferentes, diversion, tactical e lethal (diversão, tático e letal). Para se criar as bombas devemos ter a disposição alguns materiais, esses que estão espalhados pela cidade. A carcaça (Shell), que determina o tempo que a bomba demora a ativar. A pólvora (gunpowder), podemos escolher entre vários níveis de poder para a explosão. E finalmente um de vários materiais de efeito, que vão desde fumo, veneno, mau cheiro, gás incapacitante, estilhaços, enfim varia dependendo do tipo de bomba que queremos criar. Assim, a utilização das bombas, está diretamente ligado ao tipo de elementos que escolhemos para elas.

Outra adição que temos é o modo Den Defense, que como o nome mesmo dá a perceber, é um modo ao estilo Tower Defense em que compram unidades e colocam ao longo de uma linha por onde passam os inimigos. Podem criar barreiras, comprar soldados e dar ordens assim como atacar com a vossa pistola ou ordenar tiros de canhão. O ruim é que este, que poderia sim ser uma grande adição, acaba por não acrescentar tanto assim ao jogo.


O modo multiplayer, que teve sua estreia em Brotherhood está de volta com alguns refinamentos, e dois novos modos de jogo, o Artifact Assault e o Deathmatch. O modo multiplayer do jogo é mega interessante, principalmente por nele a gente ser ao mesmo tempo caçador e presa. O mais legal de tudo isso é que deixa o jogo muito mais dinâmico, nos forçando a ser cuidadosos e pró ativos na procura do nosso alvo. Enfim, se você jogou Brotherhood conhece o modo multiplayer do jogo, então vou me focar a explicar melhor os novos modos adicionados.


O Deathmatch é muito semelhante ao clássico Wanted presente também em Brotherhood, mas com a particularidade de não ter o radar que indica a posição do nosso alvo. O modo é difícil pois não tem uma indicação clara de onde está o nosso alvo, como nos outros onde temos o radar que indica a posição do nosso alvo. Nesse modo o que temos é um retrato do nosso alvo no canto superior direito do ecrã com uma barra à volta, que brilha sempre que entramos na sua linha de visão. Assim, somos obrigados a procurar entre a multidão com atenção e cuidado para não sermos detectados. Isso deixa o jogo ainda mais desafiador e intrigante.


Já o modo Artifact Assault funciona como um “capture the flag” (captura da bandeira) por equipes de quatro jogadores. Como sempre temos a base onde está o nosso artefato/bandeira que tem que ser defendido, e a base adversária onde está o artefato que precisamos capturar. Seria como um “pique bandeira”. O interessante é que nesse modo o mapa é divido por zonas, e enquanto estamos na nossa zona somos o predador e podemos atacar os inimigos. Assim que atravessamos a fronteira para território inimigo, tornámo-nos a presa e somos forçados a jogar defensivamente.

Quando o assunto é gráficos não tem como a série Assassin’s Creed impressiona, ainda mais nas CGs. Sou fascinado por CGs, e cada vez que vejo uma de AC fico admirado. Em Revelations elas estão ainda mais bonitas e magnificas. Mesmo usando praticamente o mesmo motor gráfico desde sempre, a série continua impressionando. Os gráficos em si ainda contam com pequenas falhas, mas nada que estrague a beleza do jogo. É de se admirar como a Ubisoft Montreal é exímia a recriar ambientes urbanos cheios de vida e a fervilhar de atividade. Eles conseguem retratam com muita veracidade o ambiente do jogo. Em Revelations temos sim algumas falhas de pixels, entre outras coisas, mas no quesito gráfico e ambientação a Ubisoft está simplesmente de parabéns, o jogo ficou lindo, e vemos isso logo na CG inicial.


E por fim, mas nunca menos importante, temos o som. Aqui Revelations manda bem demais por sinal, ou melhor toda a série AC manda. Os efeitos sonoros do jogo continua com uma qualidade sensacional, e com suas composições memoráveis. Os sotaques estranhos estão de volta, com misturas entre o inglês e outros sotaques mediterrânicos. Além disso, o trabalho vocal, a sincronização, tudo ficou perfeito no jogo e este é sem sombra de dúvidas o jogo com o melhor efeitos sonoro de toda a série.


No fim depois de muitas horas jogando Revelations é simplesmente impossível não admirar o jogo, e se você é um apreciador dos games passados então, fica ainda mais difícil você não ser conquistado por este. Infelizmente, como eu mencionei no começo da análise se você não jogou os games anteriores ficará bastante perdido na história, pois grande parte dos eventos não pode ser desligado da história dos jogos anteriores. Com o encerramento dos capítulos dedicados a Ezio e Altaïr, sobra… Desmond. É inevitável ficar a questão se será Desmond o protagonista do terceiro Assassin`s Creed, é provável que sim. Revelations sem dúvida foi um jogo feito pensando nos fãs, feito por fãs, e que no fim, todos os estúdios envolvidos souberam nos apresentar um grande jogo. Se foi um fim memorável e digno, isso você só irá descobrir jogando, mas no meu ponto de vista, foi o fim justo e lógico.

Wikipédia apresenta: STEAM


Apresenta:

Steam é um programa de computador de gestão de direitos digitais criado pela Valve para tentar combater a pirataria e fornecer serviços como atualização automática de jogos aos usuários. Atualmente o Steam conta com mais de 30 milhões de usuários diretos, e tem médias de acesso diário de 2 milhões de contas simultâneas . O programa também conta com um sistema de amigos, que permite que você possa criar uma rede de amigos on-line e poder ver em qual servidor ele está jogando.
Pelo Steam podem ser baixados e jogados os famosos jogos Counter-Strike, Half-Life, Half-Life 2, Left 4 Dead, Battlefield 2 entre um catálogo de mais de 1100 jogos. Você pode inclusive adicionar jogos já instalados na sua máquina no Steam. Para obtê-lo é necessário efetuar o download do cliente oficial na página; para jogar, é necessário possuir o número de série original de um dos jogos da Valve, mas caso o jogador não disponha de algum, o Steam oferece gratuitamente o jogo Codename Gordon (desenvolvido em flash), uma demonstração do Half-Life 2, no qual o jogador pode hospedar seu próprio servidor.
Existem alguns jogos que podem ser baixados gratuitamente no Steam, alguns são MODs, ou seja, dependem de outros jogos para rodar, outros são completamente gratuitos. Para mais informações consultar seção Ligações externas.


Steam Community
Em 12 de setembro de 2007, a Valve lançou a Comunidade Steam (em inglês: The Steam Community) , uma rede social que permite aos usuários Steam comunicarem entre si. Pode ser acessado tanto de forma independente (através do navegador ou do próprio Steam) quanto por meio de um programa visualizável sobre jogos com aceleração 3D.
Dependendo das configurações de privacidade, a página do usuário inclui informações pessoais, ligações para "Friends" (contatos), detalhes de jogos que possui, incluindo tempo de jogo, notas, e ligações para grupos (comunidades) do qual o usuário é integrante.
Friends, a ferramenta de mensagens instantâneas do Steam, suporta conversas entre duas ou mais pessoas, com voz sobre IP ponto-a-ponto. Fornece informações aprofundadas a respeito de quais jogos cada contato está jogando, permitindo que o usuário se junte a eles em jogos multi-jogadores compatíveis.
História

O desenvolvimento do sistema Steam teve início em uma data não revelada, anterior a 2002. Antes de "Steam", recebeu os codinomes "Grid" e "Gazelle". Foi anunciada ao público em 22 de março de 2002 na Game Developers Conference, e foi apresentada apenas como uma rede de distribuição. Para demonstrar a facilidade de integração do Steam a um jogo, a Relic Entertainment criou uma versão especial de Impossible Creatures. O jogo, no entanto, não foi lançado no sistema.
O aplicativo cliente, em versão 1.0, foi disponibilizado para download em 2002 durante o período de beta-teste de Counter-Strike 1.6. À época, foi visto como um método para simplificar o processo de atualização e correção de defeito comuns em jogos online de computador. A instalação e uso do Steam era obrigatório para os testadores do jogo, mas o Steam era um componente opcional para os demais jogadores. Em 2004, a rede de autenticação World Opponent Network (WON) foi desativada e substituída pelo Steam.
Na mesma época, a Valve começou a negociar contratos com diversas editoras e desenvolvedores independentes para lançarem seus jogos no Steam, em geral com um desconto de pré-compra de 10% do valor sugerido de venda. Dois exemplos recentes são Rag Doll Kung Fu e Darwinia, a editora canadense Strategy First anunciou em dezembro de 2005 uma parceria com a Valve para a distribuição eletrônica de títulos atuais e futuros.

Lançamento de Half-Life 2
Em 16 de novembro de 2004, Half-Life 2 foi lançado oficialmente. O jogo exigia sua ativação pelo Steam para ser jogado. Durante o dia do lançamento, um número significante de compradores (tanto pelo Steam quanto por lojas tradicionais) se viram incapacitados de jogar, em parte devido a lentidões no sistema Steam. Os servidores europeus de autenticação saíram do ar por cerca de cinco horas até serem consertados, impedindo usuários com contas neles armazenados de descriptografar o conteúdo e usufruir do jogo que haviam comprado. Outros problemas incluíram baixas velocidades de transferência, falhas e atualizações desnecessárias.As dificuldades e falhas apresentadas renderam ao lançamento o segundo lugar em uma lista dos "cinco lançamentos de jogos para computador mais atrapalhados" do site 1UP.com.


Segurança
Após o lançamento de Half-Life 2, surgiram hacks que permitiam jogá-lo gratuitamente sem a autenticação no Steam. A Valve respondeu a esses hacks atualizando os servidores e desabilitando contas de usuário. Ainda é possível efetuar o download e executar alguns jogos do Steam, alguns sem restrições para os modos de múltiplos jogadores e até para uso em servidores não-oficiais.

Avaliação dos jogos
Para facilitar o processo de escolha dos jogos, a partir de março de 2006, a Valve publica na página dos jogos o metascore (uma média ponderada de críticas) feita pelo sítio Metacritic. Na página dos jogos no Metacritic é possível ler as críticas escritas sobre eles.


Steamworks
Em 28 de janeiro de 2008 a Valve liberou o Steamworks, uma ferramenta gratuita de desenvolvimento e publicação que possibilitou o acesso de desenvolvedores a cada componente da Steam. Especialmente, o Steamworks fornece meios de integrar os jogos com o cliente Steam, incluindo rede e ferramente de autenticação de jogadores para ambos servidor e jogos multiplayer peer-to-peer, mecanismos de criar partidas, suporte para amigos e grupos da comunidade Steam, estatísticas e proezas Steam, integração de comunicação de voz, e suporte para Steam Cloud; o API também fornece mecanismos anti-cheat e gerenciamennto de cópias digitais.


PlayStation 3
O lançamento de Portal 2 para PlayStation 3 foi também a estréia do sistema para esse console. Trazendo várias ferramentas como um mensageiro instantâneo com suporte multi-plataforma, Steam Cloud para salvar jogos e a possibilidade de jogadores de PS3 baixarem Portal 2 para Windows ou Mac, através da Steam, sem nenhum custo extra. Jogar entre as plataformas (Windows/Mac/PS3) também é possível.. A Valve admite que espera expandir sobre essa plataforma com mais funcionalidades do Steam em DLCs e futuros lançamentos.

Minecraft, a febre que está dominando o mundo - Baixakijogos

Procurando algumas matérias pelo Baixakijogos, encontrei uma excelente! E sobre Minecraft.
Vejam a seguir o texto original:

(alguns videos foram retirados do texto)

Gráficos pixelizados, jogabilidade de poucos cliques e funcionamento instável. Como é que algo assim consegue conquistar o público e a mídia? Estamos falando de Minecraft, um jogo independente — criado pela mente brilhante de Markus (Notch) Persson — que surgiu como uma simples ferramenta de edição de mundos em blocos, mas que aos poucos foi ganhando novos recursos e que agora invade todos os cantos do planeta.
Apenas no boca a boca e sem estar pronto, Minecraft conseguiu superar a marca de 530 mil licenças vendidas, despertando o interesse de gigantes como a Valve (empresa que convidou Notch para algumas reuniões), Penny Arcade e algumas revistas especializadas em jogos de computadores, transformando-se em um verdadeiro fenômeno do mundo dos games.
É claro que o percurso não foi exatamente suave, uma vez que ele envolveu negociações de publicação turbulentas e também atritos com os serviços financeiros do PayPal, que chegou a reter parte do dinheiro do desenvolvedor (aproximadamente 600 mil euros, de acordo com o que foi publicado no blog oficial do jogo).



O que é Minecraft?
A ideia é muito simples: segurando o botão esquerdo do mouse você quebra o bloco (objeto) que está sob o cursor e coleta o material liberado (quando permitido, haja vista que alguns elementos e itens exigem ferramentas específicas para serem coletadas). Com o inventário cheio, você passa a modelar, construir e destruir o que bem entender, sem praticamente nenhuma restrição.
Em poucos instantes, os jogadores percebem que têm liberdade praticamente total dentro do game... É como brincar com LEGO, o que pode ser um problema para muitos — que perderão preciosas horas de seus dias, deixarão de dar atenção aos amigos e passarão a encarar a escuridão de quartos fechados por períodos indeterminados.
O pessoal da Penny Arcade chegou a brincar com o poder que Minecraft exerce sobre as pessoas, citando exatamente qual aspecto da fórmula cativa a nossa atenção:

O universo de blocos
Com o conceito de Minecraft apresentado, vamos ao seu funcionamento básico. Ao entrar no game e criar um novo mundo, você será literalmente largado em qualquer canto (há até mesmo a possibilidade de você “nascer” no topo de uma montanha ou no meio de uma ilha deserta).
Os universos são todos únicos, gerados através de um algoritmo que diferencia regiões, climas, altitudes e outras estruturas. Cada porção de terra é criada exatamente na medida em que o jogador caminha — o que justifica o aumento do tamanho total (em Bytes) dos mapas, exibido na tela inicial. Ao passear, você encontrará montanhas, vales, praias, cavernas (que mostraremos adiante), plantas e outras surpresas.



A calada da madrugada
No entanto, antes de se preocupar em sair passeando livremente — para socar porcos, vacas e galinhas — você deve se ocupar em construir um abrigo. A questão é que o clima calmo de Minecraft perdura apenas pelo dia...
Assim que o sol cai no horizonte e a lua emerge do outro lado, as hordas de inimigos finalmente surgem para pegá-lo. Os oponentes mais comuns são os esqueletos e zumbis, que caminham em sua direção com um único propósito: executá-lo. Os zumbis podem ser considerados como os mais fracos, justamente por não terem ferramentas e por somente tentar alcançá-lo.
Já os esqueletos têm arcos e flechas, caminham silenciosamente e muitas vezes se escondem, fazendo com que os jogadores sejam praticamente obrigados a correr. Aranhas gigantes também tendem a aparecer com a chegada da madrugada, podendo saltar contra o seu peito em décimos de segundos.

Por fim, no que diz respeito aos inimigos “comuns”, há o Creeper. Essa criatura solitária e sinistra o observa de longe, muitas vezes se misturando ao restante da paisagem. Ela é resistente à luz solar e não emite som algum. Depois de se aproximar do seu personagem, o Creeper finalmente faz um chiado.
O problema é que o aviso é tardio e significa que você já está praticamente morto: blocos de terra e pedra voam, junto com o seu corpo e com os pedaços de sua casa. O Creeper explode, sem apresentar um pingo de amor próprio. Os monstros em Minecraft são essenciais, afinal, eles não só ajudam a compor o clima tenso da partida, mas como também fornecem elementos cruciais para o desenvolvimento e sobrevivência do jogador.



Começam as construções
Depois de montar um pequeno lar e de passar umas duas noites em segurança (apesar dos gritos e grunhidos que vêm de todos os lados dos cenários), você provavelmente começará a sentir uma vontade incontrolável de expandir a sua habitação. É aí que começa o trabalho de construção e fusão proposto pelo game.
Assim como o Cubo Horádrico em Diablo II, o inventário de Minecraft permite a combinação de itens para que outros sejam obtidos. A madeira da árvore, por exemplo, pode ser retirada da natureza e trabalhada em blocos de tábuas — as quais serão empilhadas no menu para que uma banca de trabalho seja montada (workbench).

Com a workbench pronta, o jogador passa a contar com um espaço de 3x3 blocos, no qual serão construídas tochas, armas, armaduras, fogões e uma infinidade de coisas. Os gravetos e o carvão (coletado com uma picareta de pedra ou de ferro, por exemplo) são combinados e transformados em tochas.
O mesmo item pode ser ativado no fogão para cozinhar carnes ou derreter a areia, convertendo-a em vidro. Em conjunto com os outros blocos tradicionais, os quais geralmente podem ser coletados com ferramentas simples ou com os próprios punhos, estes itens mais trabalhados servirão para que o jogador consiga erguer uma verdadeira fortaleza. Mais uma vez, o trabalho da equipe da Penny Arcade consegue capturar perfeitamente o espírito da coisa:


Embarcando nas profundezas...
Mais alguns dias se passam e você já está cansado de socar árvores e comer carne de porco. Chega então o assustador e temível momento de explorar as profundezas dos cenários. Os mapas em Minecraft são maiores para baixo da linha do mar do que para cima, o que abre espaço para enormes complexos de grutas e cavernas, as quais se estendem até o manto de lava que permeia o “fim” do mundo.
Apesar de a escuridão servir de abrigo para os monstros (que têm até pontos próprios para serem criados, marcados por uma jaula em chamas), ela também guarda materiais importantes e preciosos. Os mais notáveis são: diamantes, ferro e redstone, a partir dos quais são constituídas armas, circuitos elétricos funcionais, carrinhos de transporte e seus respectivos trilhos ou até mesmo portas reforçadas.
Alguns dos jogadores se dedicaram tanto à esquematização dos circuitos elétricos dentro do game que eles conseguiram replicar chips de calculadoras, processadores básicos, sistemas de segurança por senha para portas e até mesmo armadilhas dinâmicas, responsáveis por derrubar muitos blocos de areia sobre a cabeça dos invasores.
Ainda nas profundezas dos mapas, os jogadores mais experientes encontrarão o Slime. Esse inimigo raro não é dos mais poderosos (e o item derrubado por ele ainda não tem função), mas assusta pelo barulho de lata, desprendido do impacto de seus saltos contra o solo. Quando atingido, ele se divide em outras quatro unidades menores, até que todas sejam aniquiladas.

... Ou no inferno!
Mesmo com tanta coisa já disponível, Minecraft ainda passa por constantes reformulações. Notch considera que o jogo está em estágio Alpha de desenvolvimento, o que justifica a sua venda por apenas 9 euros (estima-se que dentro de pouco tempo este valor seja dobrado).
As atualizações costumavam ser mais constantes no início do projeto, mas menores e menos relevantes em termos de renovação da fórmula do game. Depois do contato com a Valve e da explosão nas vendas observada nos últimos meses, o desenvolvedor se viu praticamente obrigado a montar uma companhia dedicada ao projeto, o que vem desacelerando temporariamente a evolução do código.
No entanto, um escritório já foi encontrado para a nova equipe e as atualizações estão sendo estruturadas em formas de pacotes. O primeiro exemplo foi a edição comemorativa de Halloween, lançada no dia 31 do mês passado. Entre as novidades estão: pescaria, novos monstros, relógios e abóboras temáticas.
Além disso, foram incluídos biomas (diferentes tipos de ambientes, incluindo desertos e regiões mais frias, com neve) e os portais de acesso à dimensão paralela. Essa dimensão paralela é vista como um “inferno” e abriga criaturas pavorosas, além de materiais muito preciosos.
A principal utilização dos portais é a redução do tempo de viagem. De acordo com o que disse Notch, um bloco na dimensão infernal equivale a dezesseis na tradicional.




A importância das modalidades online
Os mundos de Minecraft já estão ganhando novos habitantes, mas a intenção principal do desenvolvedor é povoar servidores com jogadores, transformando Minecraft em um verdadeiro MMO de construção, aventura, exploração e criatividade.
Já há a possibilidade de ingressar em servidores online e construir de forma cooperativa, mas o processo exige a listagem de portas e o estabelecimento de servidores próprios. Para o futuro, haverá monstros, sistema de danos, combates PvP e uma série de novidades. Será somente com a finalização dos modos online que Minecraft deixará a fase Alpha para ingressar no período Beta de desenvolvimento.


Jogadores com um mesmo objetivo
Se você ainda não ficou satisfeito com tudo o que foi apresentado até aqui, saiba que Minecraft ainda abre espaço para as modificações dos jogadores. Em primeiro lugar temos a edição das aparências dos personagens, que podem ser modificadas a partir do documento-base distribuído na página oficial do game. Basta abrir o arquivo no Paint, do Windows, pintar os pontos já preenchidos e fazer upload do modelo para os servidores. Simples assim, e o resultado é bem divertido.
Os usuários mais experientes ainda têm a opção de modificar completamente a aparência da imagem, através das texturas e animações personalizadas. O processo é basicamente o mesmo do requerido para a modificação do personagem, no entanto, os interessados devem ter habilidades para lidar com animações e paciência para enquadrarem todas as texturas de forma harmônica.
Confira o vídeo abaixo, o qual contém uma aparência customizada para os cenários do game:

As maiores criações
Para finalizarmos o especial de hoje, e convencê-lo do potencial de Minecraft, selecionamos algumas das criações mais belas, gigantes ou mirabolantes que vimos nos fóruns oficiais. O primeiro da lista é uma Enterprise — a nave de Jornada nas Estrelas —, reconstituída em uma escala de 1:1, sendo adotado um bloco como equivalente a um metro de comprimento:

Em seguida, uma recriação de um Creeper, mas em tamanho gigantesco. Para este trabalho foram utilizadas folhas de árvores, areia e blocos praticamente inquebráveis de obsidian. A nossa única tristeza foi ver que o criador do vídeo mandou a própria estátua pelos ares dentro de poucos segundos. Ao menos a explosão foi bem arquitetada...

Não há nenhum mecanismo pronto para disparos de objetos. O que os usuários fazem é uma espécie de trapaça com o sistema de explosão, que faz com que o restante das dinamites colocadas sobre uma superfície molhada sejam jogadas para longe, quando já ativadas. Confira um exemplo de “canhão”, dentro de Minecraft:

Os jogadores que se interessarem no projeto podem recorrer ao site oficial de Notch (acesso por meio deste link), que abriga links para o download de versões gratuitas. Completo ou incompleto, a verdade é que Minecraft já é uma das mais agradáveis experiências de jogos disponíveis para PCs.
Aguardamos ansiosamente pelo lançamento das versões finais — ou quem sabe apenas das próximas atualizações, contendo montarias aladas, novos alimentos e blocos de construção, ou ainda itens... A lista prometida por Notch é longa e empolga facilmente quem já embarcou nessa jornada.
Por fim, gostaríamos de lembrar que o projeto é um exemplo a ser seguido dentro do mercado de jogos independentes. O sucesso dele dependeu apenas de uma dose de conhecimento em programação e de uma ótima ideia, inspirada no antigo Infiniminer. Markus Persson já largou o seu trabalho antigo e passou a se dedicar exclusivamente ao desenvolvimento de Minecraft, que se tornou bem mais lucrativo.
Direto da comunidade BJ
Já imaginávamos que alguns de nossos usuários haviam experimentado Minecraft, mas não que alguns já estavam inclusive gravando vídeos e tutoriais, os quais foram postados no YouTube. É o caso do "monark", que criou um passo a passo do game, muito útil para os iniciantes e interessados.

Wikipédia apresenta: Valve


Apresenta:
o

Valve Corporation é uma empresa norte americana que produz e publica jogos de sua autoria ou participa na publicação de jogos eletrônicos de outras produtoras, principalmente conhecida pelo desenvolvimento do software Steam, programa usado para dificultar a falsificação e venda de jogos usados, usado para administrar Jogos originais também.
 Atualmente encontra-se sitiada em Belleuve, no Estado de Washington.
Tem como componentes da equipe alguns como os seguintes: Ted Backman (Ilustrador/Animador/Artista Conceitual), Kelly Bailey (Sonoplasta/Músico), Jeff Ballinger (Ator de Gráficos), Aaron Barber (Planejamento dos Capítulos Virtuais/Artista em gráficos 3D), Jeep Barnet, Dan Berger, Yahn Bernier, Ken Birdwell (sendo estes três desenvolvedores de software) , Marc Laidlaw (Escritor/Roteirista) e Gabe Newell (Fundador da Valve/Diretor de Gerenciamento).

Sucesso da série Half-Life
Os jogos principais de sua franquia são pertencentes a série Half-Life, que teve seu primeiro jogo lançado em 1998.
A série Half-Life recebeu avaliações positivas na maioria das vezes que seus jogos foram avaliados quanto à jogabilidade, sons, gráficos e imersão por revistas especializadas e sites de avaliação de jogos eletrônicos[4]
A publicação de seus jogos causou maior impacto no público quando foram lançados o Half-Life e o Half-Life 2, respectivamente, sendo este último aclamado como "[…] jogo ganhador de mais de 50 títulos …" e "Ganhador do Melhor Jogo de Sempre" pela Revista PC Gamer.
Sua atual franquia Left 4 Dead, se estagna no topo dos melhores shooter's da atualidade. Já no seu segundo episódio, a série já movimenta fãs por todo o mundo e já vendeu cerca de 5 milhões de unidades só do primeiro episódio.

Jogos Half-Life
Counter-Strike
Counter-Strike Source
Left 4 Dead 2

Análise: COD MW3

Após alguns meses do lançamento do COD MW3, fizemos uma análise do jogo, em questão do modo campanha, gráficos, sons entre outros.
O jogo está ótimo em geral, abaixo citamos o que avaliamos e os comentários. Espero que leiam.

  • Modo Campanha: Achei muito bom, apesar de muito curto, a campanha é ação o tempo todo, as cenas de ação sao muito bem boladas e impressionam. O jogo alterna fases de matança frenetica, stealth, sniper, etc. A historia não é interessante, dispensavel neste ponto. A IA dos inimigos ainda e fraca, os inimigos saem como se fosse um formigueiro, pilhas de corpos se formam no chão, mas neste MW esse detalhe nao atrapalha tanto. No geral, a campanha diverte bastante, da vontade de jogar denovo, e curto porem não cansa, ate você enjoar de tanto atirar a fase acaba. Achei muito bom, pra mim a melhor campanha de MW que joguei. O jogo parece um excelente filme de guerra ao estilo Steven Spielberg. 
  • Gráficos: Este quesito o jogo evolui bastante, cenarios com muitos detalhes, efeitos de luz, fumaça, etc. Nas fases aparecem sempre muitos inimigos ou personagens e eventos na tela e jogo não tem um slow motion sequer. E tambem os objetos nao possuem texturas horriveis como nos outros MW. Algo que incomoda são algumas coisas que parecem que foram reaproveitados dos outros MW anteriores: uma tela de computador, um caminhão, uma galinha presa na gaiola. Quando voce olha voce diz: ja vi isso antes. Não da pra dizer se foi deixado de proposito ou se foi falha mesmo. Porem os graficos ficam bons, com cenários apocalipticos com tiros e helicopteros sobrevoando o tempo todo. 
  • Som: O som cumpre o seu papel, da um clima de ação, mas não se destaca. O jogo ainda tem o som de tiros no fundo que é identico ao MW2. Nesse ponto parece que foi apenas reciclado mesmo. 
  • Jogabilidade: Bem ao estilo da serie, comandos rápidos e ageis, o jogo flui muito bem, não tem varias habilidades que tinham nos outros, como o dive. O recuo das armas e pouco. Acredito que foi procurado neste dar prioridade a jogabilidade rapida e fluida, sem detalhes dispensaveis.
  • Multiplayer: Você estranha no começo, mas continua o mesmo jeito de sempre. os Kilstreaks foram deixados de lado, não possui nenhuma novidade. por um lado e ruim, por diminuir a diversao, no Black Ops por exemplo eu curtia ficar jogando Napalm. Por outro lado, o jogo ficou menos apelativo neste ponto, privieligiando o combate frente a frente. Os cenarios em geral são pequenos, com muitos detalhes na tela, com varios caminhos alternativos, corredores, lugares fechados. Voce perde menos tempo tendo que percorrer grandes distancias ou indo para lugar algum. O multiplayer em si esta mais dinamico e tambem mais tatico, mais agradavel de se jogar, voce nao fica reclamando dos defeitos e fica mais acessível a todos. Depende mais da propria habilidade. Uma falha terrível e que quando você deixa a arma parada, o jogo mostra o nome (gamertag) do adversario, mesmo mesmo sem você ver ele. O inimigo pode estar escondido e você nao ve ele, mas aparece o nome dele no lugar, que revela que aquele inimigo esta escondido naquele lugar. No geral o multiplayer não muda muito, continua o mesmo, porem aperfeiçoado. Melhorou, na minha opinião. 
  • Conclusão: Este MW mantem a mesma qualidade e o mesmo padrão dos jogos anteriores, possui tudo o que os outros tem, porem aperfeiçoado, mas sem tirar e sem acrescentar nada. Para quem já jogou os COD anteriores e nao gostou, nao tera qualquer novidade neste. Porem, para quem gosta da serie ou gosta de multiplayer on line, este jogo e obrigatorio. Não vou dar nota porque não conta pro metacritic.
Alguns erros ortográficos são notáveis, pelo teclado está ruim.

World of Wacraft, da Blizzard



Hoje vamos falar sobre um jogo em que sua produtora, e a Blizzard. A mesma que diz ser "dona do termo DotA".
O jogo World of Warcraft mais conhecido como WOW, é um dos melhores MMORPGS, um jogo online (MMO) de ação e aventura em um mundo chamado Azeroth. Hoje ele é um dos mais populares MMORPGS de todo o mundo, contando com mais de 10 milhões de jogadores.

Para jogar WoW, joga-se em um programa ligado ao cliente que da acesso ao uma rede de servidores, existem diversos servidores para atender o Brasil, Estados Unidos, China entre outros.. O acesso aos servidores é pago, requer uma chave que acompanha o produto.
A partir de julho de 2011 (meses antes de começar o DotA 2) o jogo passou a distribuir o jogo WoW original de graça até o level 20, porém ainda continua da mesma forma.

Na Europa o jogo e mais popular, além disso existe uma rede de servidores em francês e outra em alemão. Que abrange os jogadores dos restantes países, em inglês. Nas Américas, existem servidores em inglês americano e em 2011, foram criados servidores totalmente português.



Em fevereiro de 2012, a Blizzard também anunciou uma parceria com a operadora brasileira de internet GVT. Por meio de acordo, os usuários da operadora recebem uma cópia grátis de WoW, incluindo outra expansão, TBG (The Burning Crusade) e têm acesso a mensalidades com preços menores do que os outros.

O jogo possui algumas classes e profissões, veja a seguir retirada do Wikipedia.

Classes


  • Druidas (Druid): Druids são os guardiões do mundo e os mestres da natureza com um diversificado leque de habilidades. Eles são curandeiros poderosos, capazes de curar venenos e levantar camaradas caídos no meio da batalha. O druida também chama rajadas de energia, convocando enxames de insetos para enredar os seus inimigos na terra. Mas druidas também são mestres da vida selvagem, capazes de se transformar em um grande urso, gato, leão-marinho ou nele mesmo, ganhando os seus poderes em combate ou em viagens. Druida é uma classe diversa, com uma variedade de estilos de jogo, capaz de preencher qualquer papel.
  • Caçador (Hunter): Hunters são atiradores mortais, capazes de levarem seus inimigos para baixo de uma distância com arcos ou rifles. Sobreviventes qualificados, eles podem rastrear os inimigos ou colocar armadilhas para causar dano e prendê-los. Eles também possuem uma conexão primária com os animais de Azeroth, sendo capazes de domar e treiná-los para mantê-los como guardiões fiéis. Vestindo a armadura média de mail, os caçadores também podem empunhar armas, lutando ao lado de seus animais de estimação.
  • Mago (Mage): Mages exercem os elementos do fogo, gelo e arcano para destruir ou neutralizar seus inimigos. Eles são uma classe que se destaca em tratar os danos maciços de longe, lançando magias em um alvo único, ou a destruição de seus inimigos em uma ampla área de efeito. Mages também podem aumentar o poder de seus aliados, invocar comida ou bebida para restaurar os seus amigos, e até viajar por todo o mundo em um instante, abrindo portais misteriosos para terras distantes.
  • Paladino (Paladin): Guardiões da Luz Sagrada,paladinos apoiam seus aliados com auras santas e bênçãos para proteger seus companheiros e aumentar seus poderes. Vestindo uma armadura pesada, que pode suportar golpes letais nas batalhas mais dificeis, também pode curar seus aliados feridos e ressuscitar seus companheiros mortos. Em combate, eles podem usar armas de duas mãos, atordoar os inimigos, prender undeads e demons, e julgar seus inimigos com a vingança sagrada. Paladins são uma classe perfeita feitas para proteger,matar e curar projetados para qualquer tipo de situação.
  • Sacerdote (Priest): Priests são os mestres da cura e preservação, da restauração de seus aliados feridos, protegendo-os em batalha, e até mesmo ressuscitar os seus camaradas caídos. Enquanto eles têm uma variedade de magias de proteção e reforço para os seus aliados, os padres também podem causar terrível vingança sobre seus inimigos, usando os poderes da sombra ou da luz sagrada para destruí-los. Eles são uma classe diversificada e poderosa, altamente desejável em qualquer grupo, capaz de cumprir várias funções.
  • Ladino (Rogue): Rogues são uma classe melee levemente blindados, capazes de causar grandes danos a seus inimigos em uma onda de ataques. Eles são mestres da furtividade e assassinatos, passando por inimigos invisíveis e marcante das sombras, em seguida, fogem do combate em um piscar de olhos. Rogues também podem comprar os venenos que danificam ou mutilam seus inimigos, reduzindo sua eficácia na batalha. Eles podem, também, abrir portas trancadas ou caixas e desarmar armadilhas escondidas.
  • Xamã (Shaman): Shamans são os líderes espirituais de suas tribos e clãs. Eles são os mestres dos elementos, usando feitiços e totens para curar ou melhorar os seus aliados na batalha enquanto desencadeam a fúria dos elementos sobre os seus inimigos. O Shaman pode usar armadura de malha e até mesmo empunhar uma arma de duas mãos em combate. Eles são uma classe versátil que pode caminhar para a batalha, restaurando seus aliados, enquanto arremessam relâmpagos em seus inimigos.
  • Bruxo (Warlock): Warlocks são mestres da sombra, chama e poder demoníaco. Eles são uma classe que se destaca assolando os seus inimigos com a doença ou maldição, arremessando raios de fogo ou sombras sobre todo o campo de batalha, e convoca demônios para ajudá-los em combate. Enquanto warlocks são muito poderosos causando dano a uma certa distância, os seus poderes demoníacos também podem proteger ou apoiar os seus aliados na batalha, ou mesmo convocar outros jogadores de todo o mundo usando magia de ritual para invocar portais.
  • Guerreiro (Warrior): Warriors podem ser uma fúria ou um rolo compressor capaz de resistir a ataques protegendo seus aliados do mal. Eles têm uma grande variedade de ataques que fazem de tudo para aleijar seus inimigos. Causam grandes quantidades de dano em um único golpe de retaliação e aumentam a capacidade de seus aliados durante a batalha. Eles destacam a luta contra vários adversários ao mesmo tempo, ganhando ira de cada golpe dado ou recebido para desencadear os ataques. Warriors são uma classe versátil com uma variedade de estilo de jogo para escolher.
  • Cavaleiro da Morte (Death Knight): O cavaleiro da morte, é o primeiro herói de World of Warcraft que foi morto pelo flagelo dos mortos vivos (liderados pelo Lich King) e agora renasce sob o comando do mesmo. Após completar uma sequencia de missões o cavaleiro da morte é traído pelo Lich King e passa a lutar pelo bem, realizando heroísmos para se redimir de seus pecados anteriores. Armados, blindados e possuindo um arsenal de magia mortal concedida pelo Lich King, os cavaleiros da morte são uma boa classe para aqueles que gostam de um personagem que pode usar magias e ao mesmo tempo empunhar uma espada para derrotar seus inimigos.
  • Monge (Monk): Será adicionada com a expansão World of Warcraft: Mists of Pandaria e pode ser de qualquer raça (exceto goblin e worgen), há três tipos de monge, o primeiro é especializado em dano corpo a corpo, o segundo é especializado em cura e o terceiro é o mestre cervejeiro, que utiliza suas habilidades para fazer bebidas que absorvem dano.



Profissões

  • Alquimista (Alchemy): O Alquimista utiliza-se de plantas e outros materiais para criar poções mágicas com diversas propriedades. Para obter as plantas necessárias para seu trabalho o alquimista conta com o herbalista para coleta-las, fazendo dessas profissões uma dupla comum. Pode também realizar transmutações de um material no outro.
  • Alfaiate (Tailoring): O Costureiro de Tecido utiliza os tecidos coletados como espólios de seus inimígos para fazer armaduras de tecido. O Costureiro de tecidos é capaz ainda de fazer bolsas, permitindo a seus clientes carregarem mais itens que inicialmente. Para conseguir o material para o seu trabalho o Costureiro de Tecido não depende de outras profissões ou habilidades uma vez que o tecido usado é encontrado naturalmente ao longo do jogo.
  • Coureiro (Leatherworking): O Coureiro utiliza couro para criar armaduras de couro e eventualmente criar armaduras de malha focadas para a classe dos caçadores, xamãs e assassinos. O Coureiro pode ainda criar reforços para armadura. Para conseguir o material para o seu trabalho o Coureiro depende do Peleiro para tirar o couro dos inimigos mortos, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
  • Esfolador (Skinning): O esfolador é capaz de retirar a pele de algumas criaturas mortas (normalmente de bestas, dragões, alguns humanóides e alguns mortos-vivos) mas não é capaz de trabalhá-las. Para tanto o Esfolador depende de um Coureiro, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
  • Encantador (Enchanting): O Encantador utiliza-se de essências, poeiras e cristais mágicos para tornar armas e armaduras mais fortes do que suas especificações originais. Para obter a matéria prima para o seu trabalho, o enchantador desencanta outros itens mágicos, o que torna essa uma das profissões mais caras de se desenvolver. Só é possível colocar um encantamento permanente em cada peça de arma ou armadura. Cria também outros itens encantados como óleos mágicos.
  • Engenheiro (Engineering): O Engenheiro utiliza-se de diversos materiais (principalmente metais e gemas) para criar aparatos complexos, tais como bombas, rifles, óculos e munições especiais. Para obter a matéria prima para seu trabalho o engenheiro depende de várias outras profissões mas principalemnte do Minerador, fazendo dessas profissões uma dupla comum. Dada a complexidade dos equipamentos criados pelos engenheiros, poucos equipamentos que eles criam podem ser vendidos para outros personagens não-engenheiros o que limita as chances de venda e reduz o lucro do engenheiro, fazendo dessa profissão uma das mais caras do jogo e é ótima profissão para um anão.
  • Ferreiro (Blacksmithing): O Ferreiro utiliza metais para criar armaduras de malha e eventualmente criar armaduras completas (Plate). O Ferreiro pode ainda criar armas poderosas. Para conseguir o material para o seu trabalho o Ferreiro depende do Minerador para coletar o metal necessário, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
  • Herbalista (Herbalism): O Herbalista é capaz de detectar coletar plantas espalhadas pelo mundo mas não é capaz de trabalha-las. Portanto o herbalista precisa de um Alquimista para transforma-las em poções, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
  • Joalheiro (Jewelcrafting): O Joalheiro utiliza-se de gemas e metais para criar jóias (anéis e colares). O Joalheiro pode ainda criar esculturas usadas para curar o personagem e gemas mágicas, usadas em items com soquetes para gemas, além de ser capaz de extrair gemas extras de grupos de minério. Para conseguir o material para o seu trabalho o Joalheiro depende do minerador, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
  • Mineiro (Mining): O Minerador é capaz de detectar e coletar minérios, pedras e gemas espalhadas pelo mundo, além de ser capaz de derreter o minério em barras de metal, mas não é capaz de trabalha-las. Para tanto o Minerador depende de um Ferreiro, Engenheiro ou Joalheiro, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
  • Escrivão (Inscription): Com o pacote (patch) 3.02, "Ecos apocalípticos" ("Echoes of Doom"), foi adicionado a profissão de Escrivão, que permite a aqueles que a praticam, os "Escribas" ("Scribes"), melhorar os feitiços (spells) e habilidades das personagens. Exemplo: a habilidade Backstab (Apunhalada) dos rogues pode ser melhorada para causar mais dano a alvos atordoados (stunned), ou permitir que o feitiço dos Priests, Circle of Healing possa curar/sarar mais um alvo. Para conseguir o material para o seu trabalho o Escrivão depende do herbalista, fazendo dessas profissões uma dupla comum.
Agora no próximo post, iremos montar um post a respeito das seguintes produtoras Valve ou Blizzard.
Duas ótimas produtoras, e após passar uma publicação a respeito das duas, faremos uma comparação.

Conheça um pouco mais sobre Skyrim


Como todos sabem, o Skyrim versão The Elder Scrolls V foi eleito o melhor jogo do ano. O seu antecessor e Oblivion cuja versão The Elder Scrolls IV.
Skyrim e um RPG Eletrônico lançando em novembro de 2011 para as seguintes plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e Microsoft Windowns, além de ser o melhor jogo, foi o primeiro jogo ocidental da história a receber uma nota máxima na conceituada revista (nota: 40/40, que e a máxima) e tem mais, recebeu três premios no VGA de 2011.

Skyrim se passa duzentos anos depois dos eventos de Oblivion, na província de Skyrim, no norte de Tamriel. A província irrompeu em uma guerra civil depois que um de seus reis foi assassinado. Paralelamente, o deus Alduin ("Devorador de mundos", também conhecido em outras partes do Império como o mais importante dos Nove, Akatosh), que assume a forma de um enorme dragão, surgiu para destruir o mundo. O personagem do jogador é um dos últimos "Dovahkiin" (Nascidos do Dragão), que deve derrotar o dragão Alduin para salvar Skyrim da destruição.


Skyrim mantém a tradicional jogabilidade de mundo aberto encontrada na série The Elder Scrolls. O jogador é livre para andar pela terra de Skyrim a sua vontade, tanto a pé quanto a cavalo. Em Skyrim há cinco grandes cidades, vários pequenos vilarejos, grandes extensões de regiões selvagens e montanhas. Cada vilarejo e cidade possui sua própria economia, que o jogador pode manipular ou sabotar se escolher fazer isso.



 Ao visitar as cidades, o jogador pode completar atividades como cozinhar, agricultura, cortar madeira e mineração, como também aceitar trabalhos para ganhar dinheiro.
Qualquer trabalho que um NPC pode realizar também pode ser feito pelo jogador.O nível do jogador aumenta quando suas habilidades aumentam. Dezoito habilidades estão presentes em Skyrim, e o sistema de classes de Oblivion foi removido.

 Benefícios são capacidades específicas de cada habilidade, organizada em um sistema de grupo de ramificações chamado de "árvores de habilidades". Cada aumento de nível permite que outro benefício seja colhido. Existem 280 benefícios, e agora é possível passar do nível 50, mas a uma taxa muito reduzida. O HUD na tela apenas aparece quando a vida, energia ou mágica do jogador estão se esgotando. Itens e esquemas de equipamentos podem ser salvos por um menu de rápido acesso, e o menu de inventário na tela de pause é apresentado em uma sobreposição em estilo bússola enquanto que no inventário, o jogador pode girar e se aproximar dos itens adquiridos.

Armas podem ser criadas pelo jogador em uma forja, e são atribuídas a cada mão individualmente, permitindo empunhamentos duplos. Ao custo de energia, o jogador pode correr e pular. Escudos podem ser usados para bater, e tempo certo é necessário para bloquear um ataque com o escudo. Cada tipo de arma possui vantagens específicas e papéis; como exemplo, o jogador ganha a habilidade de movimentos de finalização. Há mais de oitenta e cinco tipos de feitiços, que podem ser usados ​​em formas de combate à distância e perto. Tipos de feitiços possuem qualidades específicas; um feitiço congelante diminui e drena energia, enquanto um feitiço de fogo causa danos prolongados através da queima, que também pode atear fogo ao ambiente. Jogadores podem equipar um feitiço por mão e poderão recarregar feitiços antes de lançá-los para maior poder. Ao praticar tiro com arco, as flechas demoram mais para serem puxadas do que nos jogos Elder Scrolls anteriores, porém fazem um dano maior. Por isso, flechas são caras e consideradas raridades. Um jogador equipado com um arco pode usá-lo defensivamente em combates corpo a corpo, em um movimento de contra-ataque. O jogador pode ser furtivo, e jogadores não-jogáveis (NPCs) se alertam se os movimentos do jogador forem detectados.


Por toda Skyrim, os NPCs são membros de uma ou mais guildas, o jogador também podem escolher entrar em uma, ou mais. Cada guilda têm missões exclusivas para seus membros.

  • Dark Brotherhood (Irmandade Sombria): Guilda secreta de assassinos profissionais.
  • Companions Guild (Guilda dos Guerreiros): Mercenários, podem ser encontrados em Whiterun.
  • The Circle (O Circulo): Somente para os mais honrados e valentes membros da Companions.
  • Colege of Winterhold (Colégio de Winterhold): Guilda dos magos, na cidade com o mesmo nome, Winterhold.
  • Imperial Legion (Legião Imperial): A maior guilda de Skyrim, que ha tempo vem perdendo sua grandeza, hoje é apenas uma sombra do que já foi, sua base fica em Solitude .
  • Stormcloaks: Amplo grupo rebelde que tem como objetivo a independência de Skyrim, pode se unir a eles em Windhelm.
  • Thieves Guild (Guilda dos Ladrões): Localizada em Riften, esta Guilda é para ladrões.
  • Nightingale Sentinels: A elite da Thieves Guild.
  • Bards College (Colégio de Bardos): Aprenderas a tocar instrumentos e a recitar poesia, localizada em Solitude.
Há outras Guildas no jogo, mas o jogador não pode entrar nelas, apenas interagir com seus membros, e em alguns casos, realizar tarefas.

O jogo possuí 10 raças, veja abaixo uma tabela mais explicada:


RaçaPoderHabilidadeBonificação maior + 10Bonificação menor + 5
ImperialVoz do ImperadorEncontra mais ouro+ 10 restauração+5 armadura pesada, +5 armas a uma mão, +5 bloqueio, +5 encantamento, +5 destruição
NórdicoGrito de Batalha+ 50% resistencia ao frio+ 10 armas de duas mãos+5 armas de uma mão, +5 armadura leve, +5 oratória, +5 ferreiro
BretãoPele de Dragão+ 25% resistência à magia+ 10 conjuração+5 alteração, +5 oratória, +5 ilusão, +5 restauração
RedguardAdrenalina+ 50% de resistência à veneno+ 10 armas de uma mão+5 alteração, +5 bloqueio, +5 arqueiro, +5 destruição, +5 ferreiro
High ElfRegenerar magia+ 50 de magicka (mana)+ 10 ilusão+5 alteração, +5 conjuração, +5 destruição, +5 restauração
Dark ElfIra dos Antepassados+ 50% resistencia ao fogo+ 10 destruição+5 alteração, +5 armadura leve, +5 alquimia, +5 furtivo (stealth)
Wood ElfControlar animais+ 50% resistência à venenos e doenças+ 10 arqueiro+5 abrir fechaduras, +5 armadura leve, +5 furtivo (stealth), +5 roubar
KhajiitVisão noturnaGarras (+15 de dano desarmado)+ 10 furtivo (stealth)+5 abrir fechaduras, +5 alquimia, +5 armas de uma mão, + 5 arqueiro
OrcBerserkerDobra Dano e recebe Metade dano+ 10 armadura pesada+5 armas de uma mão, +5 armas de duas mãos, +5 bloqueio, +5 ferreiro
ArgonianoPele regeneradoraRespiração aquática e +50% resistência a doenças+ 10 abrir fechaduras+5 armadura leve, +5 furtivo (stealth), +5 restauração, +5 bater carteira



Ao contrário de Oblivion, em Skyrim aumentou o número e o valor dos negócios.

  • Ferreiro - esta habilidade foi completamente alterada, se antes era necessaria apenas para reparar armas e armaduras, em Skyrim reparar itens não é preciso, mas há a oportunidade de criar suas próprias armaduras e armas. Todos os materiais para isto podem ser criados, comprados ou encontrados, e alguns elementos (ex.: Minério de Ébano) são confeccionados somente com um personagem de alto nível. A criação de uma arma é dividido em várias etapas:
  • Extração do minério com picaretas;
  • Derreter o minério em lingotes. Geralmente 2 unidades do minério em estado bruto resulta em 1 unidade de minério em lingote.
  • Obtenção do Couro em tiras curtindo peles de animais em couro e o couro em tiras;
  • Forjar o Item usando uma fornalha.
  • Curtimento - curtir uma peça de pele crua para a criação de armaduras e armas na ferraria.
  • Artesão - Na ferraria também é possível melhorar o corte de armas ou a resistência de armadura, a melhora é geralmente vale uma barra de metal do mesmo material que o item é feito.
  • Lenhador - quando dividir a tora de madeira em lenha é necessário. Requer o machado de lenhador.
  • Joalheiro - a partir do lingote de ouro e prata, você pode criar anéis e colares, e se você tiver pedras, você pode criar, por exemplo, um anel com um rubi ou um colar com pedras semi-preciosas. Jóias são criadas na forja.
  • Alquimia - diferente de Oblivion você não pode fazer poções em qualquer lugar. Agora para a Alquimia você precisa encontrar uma mesa própria para isto, que pode ser encontrada com certa frequência em lojas e algumas casas ou prédios maiores.
  • Encantador - de itens precisa de um pentagrama, que se assemelha à mesa de alquimia, mas é muito mais rara. Encantadores precisam de artefato de pedra com uma alma para encantar um item, o item e um encantamento.
Hoje envolve mais coisas, mas este e um breve resumo garantido o melhor jogo de 2011.
O texto foi retirado e resumido do Wikipedia, no link a seguir (clique aqui).



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